VolundOS

Capacidades do agente

Capacidade é o que o agente pode fazer: mexer em conhecimento, conectar integrações, criar gatilhos, delegar para outro agente ou gerir a própria plataforma.

Atualizado em 25 de setembro de 2026

Capacidades do agente

Camada funcional

Capacidade é o que o agente pode fazer: mexer em conhecimento, conectar integrações, criar gatilhos, registrar servidores de ferramentas, buscar skills publicadas, delegar para outro agente, operar repositórios de código, gerir a própria plataforma. Ligar uma capacidade não instrui o agente — apenas coloca as ferramentas correspondentes na mão dele.

A regra central: três eixos, cada capacidade usa o seu subconjunto

O que vale numa execução não é apenas o interruptor do agente. Canal, agente e ambiente formam o conjunto máximo de travas que uma capacidade pode ter — mas nenhuma capacidade usa as três ao mesmo tempo. Cada uma usa só o subconjunto que se aplica a ela; a tabela abaixo é que manda, não uma fórmula única:

travas possíveis = permissão do CANAL  |  interruptor do AGENTE  |  pré-condição de AMBIENTE
  • Canal — a porta de entrada (painel, API, gatilho, Telegram, WhatsApp...). Um canal sem interface pode não permitir o que o painel permite.
  • Agente — o interruptor na configuração.
  • Ambiente — pré-condição real: endereço da plataforma disponível, provedor de publicação ativo na organização.

Como cada capacidade é decidida

CapacidadeComo é decidida
Conhecimento, integrações, gatilhos, servidores de ferramentas, multiagentevem do canal
Skillssempre ligada
Busca na websempre ligada
Buscar skills publicadascanal e interruptor ligado na configuração do agente
Gerir a plataformainterruptor ligado e endereço da plataforma disponível
Operar repositórios de códigocanal e interruptor ligado na configuração do agente
Publicar sistemas e mexer na infraestrutura delesclasse do agente voltada a isso e provedor de publicação ativo na organização

Uma lição de design que vale como padrão: a montagem acontece uma vez. Antes havia duas descrições paralelas do mesmo contrato — uma para as instruções do agente, outra para o catálogo de ferramentas. Divergência entre elas produzia falha silenciosa: as instruções prometendo uma ferramenta que não foi registrada, ou o contrário.

Parte do núcleo não é opcional

Ambiente de execução, navegador, skills e busca na web são parte fixa da plataforma — não há interruptor para desligá-los. Por isso skills e busca na web saem sempre ligadas.

Permissões granulares

Além do interruptor por domínio, há mapas de permissão mais finos por área (conhecimento, gatilhos, servidores de ferramentas, web e plataforma), com um catálogo de permissões e as concessões correspondentes. O interruptor abre o domínio; o mapa afina o que dentro dele é permitido.

Atuar em outras organizações (25/09/2026)

Dentro do cartão Gerenciar plataforma há uma chave a mais, Atuar em outras organizações, desligada por padrão. Com ela ligada, quando a pessoa pedir, o agente age em outra organização da qual ela é membro, com as permissões que ela tem lá.

  • Só tem efeito com Gerenciar plataforma ligado.
  • Vale só na conversa pela tela, com a pessoa pedindo: gatilhos, esteiras, execuções disparadas por API e canais como Telegram e WhatsApp ficam na organização do agente.
  • Desligar a chave corta o acesso na chamada seguinte, mesmo no meio de uma execução.
  • O próprio agente não consegue ligá-la em si mesmo: é decisão de quem configura, na tela.
  • Tudo o que ele faz lá aparece na trilha de auditoria das duas organizações.
  • Execuções disparadas lá gastam a cota de lá.

Como conferir o que um agente realmente tem

A plataforma expõe o catálogo de ferramentas efetivo do agente. Consultar esse catálogo é o jeito honesto de verificar capacidade efetiva, em vez de inferir dos interruptores.

On this page