Compartilhamento e visibilidade do agente
Um agente nasce do dono e pode ser compartilhado com pessoas específicas, com times ou com a organização inteira, cada caminho com um nível de acesso diferente.
Compartilhamento e visibilidade do agente
Camada funcional
Um agente nasce do dono. A partir daí pode ser compartilhado com pessoas específicas, com times, ou com a organização inteira — e cada caminho pode dar um nível diferente de acesso: apenas ver, poder usar, ou poder configurar.
Os três níveis
| Nível | Significado prático |
|---|---|
| Ver | vê o agente e o histórico a que tem direito (por exemplo, listar versões) |
| Usar | conversa com o agente |
| Configurar | altera a configuração |
A regra que decide qual nível cada pessoa tem vive numa camada central do sistema, não numa verificação isolada de tela — o mesmo critério vale em qualquer lugar do produto que precise responder "esta pessoa pode fazer isso com este agente?".
Os caminhos de acesso, na ordem em que são avaliados
- Sair da organização corta tudo, na hora. Quem deixa de fazer parte da organização perde o acesso a todos os agentes dela, independente de qualquer compartilhamento que já tivesse.
- O agente central da organização (o Oráculo) e qualquer agente compartilhado com a organização inteira ficam abertos, com nível de ver e usar, para qualquer pessoa da organização.
- Dono do agente tem acesso total.
- Administrador ou proprietário da organização também têm acesso total a qualquer agente dela — inclusive ao agente central, que de outra forma só pode ser visto e usado, nunca reconfigurado por um compartilhamento comum.
- Acesso por time: quem administra o time que carrega aquele agente tem acesso total a ele; quem só participa do time, sem administrá-lo, pode ver e usar, mas não configurar.
- Compartilhamento direto com uma pessoa, em um de três graus: acesso total, apenas ver e usar, ou só a visualização.
Se nenhum desses caminhos se aplicar, o acesso é negado.
De onde veio meu acesso
Para um agente que a pessoa vê mas não possui, o sistema também resolve a procedência do acesso: quem compartilhou (nome e avatar) ou por qual time o acesso chegou (com nome e ícone do time). Serve à dica de contexto na interface — e responde à pergunta prática "por que eu estou vendo este agente?".
O que a tela sabe sobre você
Ao abrir um agente, a interface já recebe pronta a informação de se ele é seu e se você pode configurá-lo, para decidir o que mostrar. A permissão de verdade, porém, é sempre conferida de novo no momento de qualquer ação — a tela nunca é a autoridade.
Classe do agente e onde ele aparece
Catálogos de gestão (onde se administra agentes) separam por classe — Oráculo, App, agente comum. Já as superfícies conversacionais e de composição — a página inicial, iniciar uma nova conversa, esteiras, delegação entre agentes — incluem todas as classes: conversar com um App é uso legítimo, e um passo de esteira que executa um App é composição legítima.
Onde fazer isso
Compartilhamentos diretos, associação a times e a decisão de abrir o agente para a organização inteira ficam reunidos na própria tela de configuração do agente.
Classificação e avaliação de execuções
Duas leituras automáticas sobre o que o agente fez, com finalidades diferentes: a classificação responde "o que aconteceu nesta execução"; a avaliação responde "a saída foi boa".
Configuração de um agente
Um agente é definido por: nome, avatar, descrição, instruções (o que ele é e como deve agir), modelo, as capacidades que ele pode usar e os recursos ligados a ele…