Governança de IA
O módulo que responde, com prova: quais sistemas de IA existem aqui, em que estágio estão, quem respondeu por eles, como se sabe que funcionam e o que ficou registrado.
Governança de IA
O módulo que responde, com prova: quais sistemas de IA existem aqui, em que estágio estão, quem respondeu por eles, como se sabe que funcionam e o que ficou registrado.
Ele nasceu de exigência regulatória, e isso explica o formato: a superfície é maior e mais formal que a dos outros módulos, porque o interlocutor dela não é só quem opera — é também quem audita.
O que dá para fazer
- Manter um inventário dos ativos de IA da organização, com ciclo de vida e decisões registradas.
- Ver a ficha de cada ativo, pronta para sair da organização.
- Definir avaliadores e rodar avaliação automática das execuções.
- Monitorar medidas, abrir alertas e acompanhar metas num painel.
- Ver o histórico de versões de um ativo e comparar duas delas campo a campo — e registrar ali a decisão de entrada em produção.
- Registrar ambientes e promoções, com a possibilidade de desfazer.
- Configurar guardrails: barreiras que a plataforma aplica sozinha em pontos do turno do agente, por organização ou por agente.
- Controlar quem pode o quê dentro da governança, e exigir entrada por provedor de identidade — tanto partindo da pessoa quanto, desde 25/08/2026, partindo de um ativo específico (aba "Acesso").
- Consultar uma trilha de auditoria somente-acréscimo, com ancoragem periódica e verificação de integridade.
- Alcançar a IA que roda fora daqui, trazendo o que existe em outros sistemas e recebendo medidas de lá.
- Desde 29/08/2026, um agente pode operar a própria governança — inventário, avaliações, guardrails, monitoramento, implantações, painel, conectores e acesso (este último só leitura) — como uma capacidade que se liga por área, e não pelo módulo inteiro.
- Desde 29/08/2026, existe um catálogo curado de quais ativos do inventário podem ser solicitados, por quem e sob quais regras.
- Desde 30/08/2026, o pedido em si é alcançável: qualquer membro pede acesso pela vitrine, ou propõe o cadastro de um ativo ainda não catalogado; alguém decide; a aprovação grava a concessão e, quando o ativo tem um agente ou uma esteira definidos para isso, dispara quem provisiona o acesso por fora.
Um limite dito com todas as letras
A governança do VolundOS governa, não orquestra. Ela registra a decisão e barra a promoção de um ativo entre ambientes; ela não executa a implantação do outro lado.
Vale a mesma franqueza sobre a trilha: a ancoragem que prova integridade é simétrica — a mesma chave assina e verifica, e ela é da própria plataforma. Isso prova integridade a quem já confia no operador, e não prova, a um terceiro adversarial, que o operador não reescreveu a própria trilha. A página da trilha desenvolve o ponto.
Por onde começar
O inventário é a porta de entrada: é ele que diz quais ativos existem, em que fase estão e quais decisões já foram tomadas sobre cada um. A partir dele, a ficha do ativo é o que você manda para fora, e o histórico de versões é o que sustenta a decisão de deixar uma versão entrar em produção.
Do lado de vigiar, a avaliação dá nota ponto a ponto e o monitoramento olha a série ao longo do tempo. Do lado de barrar, há dois mecanismos que é fácil confundir: as promoções barram o ativo entre ambientes, enquanto os guardrails barram uma ação do agente no meio do turno. Um age no ciclo de vida, o outro age agora.
O que atravessa tudo isso é quem pode o quê e a trilha de auditoria — e, para o parque de IA que não roda aqui dentro, o alcance a sistemas externos.
Thread de destino do disparo
Quando o gatilho dispara, o trabalho pode acontecer numa conversa nova ou sempre na mesma, o que preserva o histórico e faz o agente lembrar do que já fez.
Ambientes, implantações e promoções
Levar um ativo de IA adiante entre ambientes é uma decisão formal, que passa por um portão e fica registrada — inclusive quando o ativo não roda aqui dentro.