VolundOS

Governança de IA

O módulo que responde, com prova: quais sistemas de IA existem aqui, em que estágio estão, quem respondeu por eles, como se sabe que funcionam e o que ficou registrado.

Atualizado em 31 de agosto de 2026

Governança de IA

O módulo que responde, com prova: quais sistemas de IA existem aqui, em que estágio estão, quem respondeu por eles, como se sabe que funcionam e o que ficou registrado.

Ele nasceu de exigência regulatória, e isso explica o formato: a superfície é maior e mais formal que a dos outros módulos, porque o interlocutor dela não é só quem opera — é também quem audita.

O que dá para fazer

  • Manter um inventário dos ativos de IA da organização, com ciclo de vida e decisões registradas.
  • Ver a ficha de cada ativo, pronta para sair da organização.
  • Definir avaliadores e rodar avaliação automática das execuções.
  • Monitorar medidas, abrir alertas e acompanhar metas num painel.
  • Ver o histórico de versões de um ativo e comparar duas delas campo a campo — e registrar ali a decisão de entrada em produção.
  • Registrar ambientes e promoções, com a possibilidade de desfazer.
  • Configurar guardrails: barreiras que a plataforma aplica sozinha em pontos do turno do agente, por organização ou por agente.
  • Controlar quem pode o quê dentro da governança, e exigir entrada por provedor de identidade — tanto partindo da pessoa quanto, desde 25/08/2026, partindo de um ativo específico (aba "Acesso").
  • Consultar uma trilha de auditoria somente-acréscimo, com ancoragem periódica e verificação de integridade.
  • Alcançar a IA que roda fora daqui, trazendo o que existe em outros sistemas e recebendo medidas de lá.
  • Desde 29/08/2026, um agente pode operar a própria governança — inventário, avaliações, guardrails, monitoramento, implantações, painel, conectores e acesso (este último só leitura) — como uma capacidade que se liga por área, e não pelo módulo inteiro.
  • Desde 29/08/2026, existe um catálogo curado de quais ativos do inventário podem ser solicitados, por quem e sob quais regras.
  • Desde 30/08/2026, o pedido em si é alcançável: qualquer membro pede acesso pela vitrine, ou propõe o cadastro de um ativo ainda não catalogado; alguém decide; a aprovação grava a concessão e, quando o ativo tem um agente ou uma esteira definidos para isso, dispara quem provisiona o acesso por fora.

Um limite dito com todas as letras

A governança do VolundOS governa, não orquestra. Ela registra a decisão e barra a promoção de um ativo entre ambientes; ela não executa a implantação do outro lado.

Vale a mesma franqueza sobre a trilha: a ancoragem que prova integridade é simétrica — a mesma chave assina e verifica, e ela é da própria plataforma. Isso prova integridade a quem já confia no operador, e não prova, a um terceiro adversarial, que o operador não reescreveu a própria trilha. A página da trilha desenvolve o ponto.

Por onde começar

O inventário é a porta de entrada: é ele que diz quais ativos existem, em que fase estão e quais decisões já foram tomadas sobre cada um. A partir dele, a ficha do ativo é o que você manda para fora, e o histórico de versões é o que sustenta a decisão de deixar uma versão entrar em produção.

Do lado de vigiar, a avaliação dá nota ponto a ponto e o monitoramento olha a série ao longo do tempo. Do lado de barrar, há dois mecanismos que é fácil confundir: as promoções barram o ativo entre ambientes, enquanto os guardrails barram uma ação do agente no meio do turno. Um age no ciclo de vida, o outro age agora.

O que atravessa tudo isso é quem pode o quê e a trilha de auditoria — e, para o parque de IA que não roda aqui dentro, o alcance a sistemas externos.

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