Consumo e cotas
Quanto se gastou, com o que, e quanto ainda se pode gastar: consumo de modelo, tempo de máquina e os limites que a organização define para os dois.
Consumo e cotas
Quanto se gastou, com o que, e quanto ainda se pode gastar. São duas fontes de custo: o modelo, que o agente consulta para pensar, e a máquina em que ele trabalha, cobrada pelo tempo em que fica de pé.
O que dá para fazer
- Ver o consumo do período, com filtro por agente, time e pessoa.
- Ver o custo total somando modelo e máquina, com o detalhamento por agente.
- Ver como as execuções terminaram ao lado do volume — número grande com muita falha não é bom sinal, e as duas coisas juntas contam a história inteira.
- Definir o teto da organização e os padrões por pessoa e por agente.
- Acompanhar o consumo de quem usa o Cursor, somado ao resto.
Por onde isso se usa
| O que dá para fazer | Onde |
|---|---|
| Acompanhar consumo, custo e desfecho das execuções | A tela de consumo |
| Definir e revisar as cotas | A tela de cotas da organização |
| Ajustar a cota ou o tamanho de máquina de um agente | A configuração daquele agente |
Dois números que não batem, e está certo
Requisições contam cada consulta ao modelo; execuções contam cada trabalho do agente. Uma execução pode consultar o modelo várias vezes, ou nenhuma se falhou antes. Ler os dois como se medissem a mesma coisa leva à conclusão errada de que um deles está quebrado.
Vínculo de base e acesso
Uma base de conhecimento só serve a um agente se estiver ligada a ele, direto ou por um time. Quem administra o time controla o que o time enxerga.
Consumo de IA e qualidade das execuções
Quanto de modelo foi consumido no período, por agente, time e pessoa — e, ao lado, como as execuções terminaram. Volume e qualidade na mesma tela, porque um sem o outro engana.