Artefatos
Uma página que o agente publica com endereço próprio e histórico de versões — e que, quando traz um editor, a pessoa ajusta e salva sem passar pelo agente de novo.
Artefatos
Uma página que o agente publica e que ganha endereço próprio, histórico de versões e autoria — e que, quando a própria página traz um editor, a pessoa abre, ajusta e salva sem precisar pedir de novo ao agente.
Qual problema isto resolve
Um agente que produzia uma página tinha duas saídas, e nenhuma servia. Deixar o arquivo no computador da conversa: ele morre junto com aquele computador, e só existe dentro do painel de arquivos daquela conversa. Ou mandá-lo para o armazenamento de arquivos comum: vira um link de download, sem versão, sem dono e sem volta.
O que faltava era o óbvio: abrir a página, mexer, e guardar o que mexeu.
O que dá para fazer
- O agente publica a página e ela ganha um endereço próprio, que sobrevive a um recarregamento e a um compartilhamento.
- Quando a página traz um editor — é o caso do canvas de design, que se abre pelo comando
/design—, a pessoa edita e clica em Salvar. Esse Salvar cria uma versão nova, sem passar pelo agente. - Abrir o histórico e restaurar uma versão anterior.
- Pedir ao agente uma alteração no que já está publicado: antes de mexer, ele busca a versão atual — que pode ter sido editada por outra pessoa desde a última vez que ele a viu.
O canvas de design é só o primeiro uso. Um relatório ou um painel que o agente produza pelo mesmo caminho funciona sem nada de novo.
Duas garantias que valem conhecer
Restaurar não reescreve. A versão restaurada é publicada como versão nova, e a tela diz isso com todas as letras — porque a expectativa natural de um botão assim é a oposta. Uma versão antiga nunca é editável no lugar: publicar por cima dela apagaria tudo que veio depois.
Duas pessoas salvando ao mesmo tempo não se atropelam. Cada Salvar sabe de qual versão partiu. Se alguém publicou nesse meio-tempo, o seu Salvar não sobrescreve: a página recarrega na versão que venceu e devolve o seu trabalho não salvo, para você decidir o que fazer com ele. Perder trabalho em silêncio seria o pior desfecho, e é justamente o que isso evita.
Quem pode o quê
| Ação | Nível | Por quê |
|---|---|---|
| Abrir a página e o histórico | Ver | o mesmo acesso de quem lê a conversa em que ela foi produzida |
| Salvar uma versão | Usar | quem conversa com o agente é quem tem motivo para mexer no que ele desenhou |
| Remover | Configurar | some da lista de todo mundo, e isso é ato de quem administra o agente |
Remover tira o artefato das listas, mas preserva o histórico e não quebra um endereço que alguém já tenha compartilhado.
A lista é da conversa, não do agente (04/09/2026)
Até então a aba "Artefatos" mostrava tudo que o agente já publicou, em qualquer conversa — quem abria uma conversa nova encontrava ali páginas publicadas em outras, sem nada na linha dizendo de onde vinham e sem como distinguir uma da outra.
O artefato sempre soube em qual conversa nasceu; faltava usar essa informação para recortar a lista. Agora a aba (e o cartão de publicação) só mostra o que esta conversa publicou, e só aparece quando há algo publicado nela — uma conversa nova, sem histórico próprio de artefato, não ganha aba vazia. O endereço próprio da página continua valendo de qualquer lugar, e é ele que se compartilha.
O que dá para fazer, e onde
| O que dá para fazer | Onde |
|---|---|
| Ver os artefatos publicados NESTA conversa, abrir e conferir o histórico | A aba "Artefatos" do painel da conversa |
| Editar e salvar uma página que tem editor | A própria página, aberta ao lado da conversa |
| Abrir em tela cheia | Onde não há espaço para o painel lateral |
| Publicar ou alterar um artefato | Pedindo ao próprio agente |