Artefatos
Uma página que o agente publica com endereço próprio e histórico de versões — e que, quando traz um editor, a pessoa ajusta e salva sem passar pelo agente de novo.
Artefatos
Uma página que o agente publica e que ganha endereço próprio, histórico de versões e autoria — e que, quando a própria página traz um editor, a pessoa abre, ajusta e salva sem precisar pedir de novo ao agente.
Qual problema isto resolve
Um agente que produzia uma página tinha duas saídas, e nenhuma servia. Deixar o arquivo no computador da conversa: ele morre junto com aquele computador, e só existe dentro do painel de arquivos daquela conversa. Ou mandá-lo para o armazenamento de arquivos comum: vira um link de download, sem versão, sem dono e sem volta.
O que faltava era o óbvio: abrir a página, mexer, e guardar o que mexeu.
O que dá para fazer
- O agente publica a página e ela ganha um endereço próprio, que sobrevive a um recarregamento e a um compartilhamento.
- Quando a página traz um editor — é o caso do canvas de design, que se abre pelo comando
/design—, a pessoa edita e clica em Salvar. Esse Salvar cria uma versão nova, sem passar pelo agente. Desde 26/09/2026 o editor do canvas é outro, e ele guarda cada prancheta separadamente, em vez de tudo num bloco só — o que torna mais seguro mexer numa sem arriscar as outras. - Abrir o histórico e restaurar uma versão anterior.
- Pedir ao agente uma alteração no que já está publicado: antes de mexer, ele busca a versão atual — que pode ter sido editada por outra pessoa desde a última vez que ele a viu.
O canvas de design é só o primeiro uso. Hoje o agente monta cinco tipos por esse caminho: o canvas, a mesa de pranchetas onde se desenham telas e peças visuais; o deck, a apresentação de slides que a pessoa abre, ajusta e projeta; o Design System, a referência visual de uma marca, que ele segue ao montar os dois primeiros; o painel de dados, com os números vivos e a fonte de cada um à vista; e o Motion, o filme curto animado que sai em MP4 ou GIF. A lista cresce sem que o mecanismo mude: cada tipo novo entra pelo mesmo caminho.
Duas garantias que valem conhecer
Restaurar não reescreve. A versão restaurada é publicada como versão nova, e a tela diz isso com todas as letras — porque a expectativa natural de um botão assim é a oposta. Uma versão antiga nunca é editável no lugar: publicar por cima dela apagaria tudo que veio depois.
Duas pessoas salvando ao mesmo tempo não se atropelam. Cada Salvar sabe de qual versão partiu. Se alguém publicou nesse meio-tempo, o seu Salvar não sobrescreve: a página recarrega na versão que venceu e devolve o seu trabalho não salvo, para você decidir o que fazer com ele. Perder trabalho em silêncio seria o pior desfecho, e é justamente o que isso evita.
Quem vê (níveis de compartilhamento, desde 24/09/2026)
Cada artefato tem um nível de compartilhamento, e os níveis somam gente: subir de nível nunca tira acesso de quem já tinha.
| Nível | Quem abre |
|---|---|
| Privado (padrão para artefatos novos) | Quem vê a conversa de origem, quem criou, e quem é proprietário ou administrador da organização |
| Da conversa (nível herdado pelos artefatos que já existiam antes desta mudança) | O acima, mais quem tem acesso ao agente |
| Da organização | Qualquer membro da organização |
| Público | O acima, mais qualquer pessoa com o link, sem conta |
Os artefatos publicados antes desta mudança foram migrados para "Da conversa" — exatamente a regra que já valia. Só o que é publicado depois nasce Privado, mais restrito por padrão.
Privado segue a conversa. Quem já pode ler a conversa em que o artefato nasceu já viu o que o agente produziu nela; por isso Privado não significa "só quem criou".
O link público abre por um endereço separado, sem pedir conta e só de leitura. Esse endereço não entrega nada sobre o artefato a quem não tem o link, e voltar para qualquer outro nível o desliga na hora. Ele também fica de propósito fora dos buscadores: compartilhar com alguém não é o mesmo que publicar para o mundo.
Quem troca o nível de um artefato: quem criou, quem é proprietário ou administrador da organização, ou quem tem permissão de configurar o agente. Trocar o nível é diferente de salvar uma versão — salvar muda o conteúdo para quem já vê, compartilhar muda quem vê, e no nível público isso passa das fronteiras da organização.
Remover é ato de quem administra o agente. Tira o artefato das listas, mas preserva o histórico e não quebra um endereço que alguém já tenha compartilhado.
A lista é da conversa, não do agente (04/09/2026)
Até então a aba "Artefatos" mostrava tudo que o agente já publicou, em qualquer conversa — quem abria uma conversa nova encontrava ali páginas publicadas em outras, sem nada na linha dizendo de onde vinham e sem como distinguir uma da outra.
O artefato sempre soube em qual conversa nasceu; faltava usar essa informação para recortar a lista. Agora a aba (e o cartão de publicação) só mostra o que esta conversa publicou, e só aparece quando há algo publicado nela — uma conversa nova, sem histórico próprio de artefato, não ganha aba vazia. O endereço próprio da página continua valendo de qualquer lugar, e é ele que se compartilha.
A seção Artefatos: todos os que você criou ou abriu (25/09/2026)
Isto é diferente da aba "Artefatos" de dentro de uma conversa (seção anterior): Artefatos é uma tela própria, ao lado de "Agentes" e "Apps" na navegação — e, no celular, dentro de "Mais". Ela junta os artefatos de qualquer agente da organização, não só os de uma conversa.
Ela mostra dois grupos, que podem se sobrepor:
- O que você criou — como autor de fato, ou (para o que foi publicado antes desta mudança) numa conversa sua.
- O que você abriu — toda vez que a página de um artefato carrega, isso fica registrado; abrir de novo não soma uma entrada nova, só atualiza "abriu por último".
Busca (por título, descrição ou nome do agente), filtro (Todos / Criados por mim / Abertos por mim) e ordenação (Aberto recentemente, Atualizado, Criação, Nome A-Z) — tudo roda sobre a lista já carregada, sem nova ida ao servidor a cada tecla, e a escolha de filtro e ordenação fica salva no seu perfil, do mesmo jeito que já acontece em Agentes e Apps. Um artefato nunca aberto entra em "Aberto recentemente" pela data de criação, e não no fim da lista.
Ainda vale a regra de sempre: só aparece o que você pode ver pelo nível de compartilhamento do artefato (Privado / Da conversa / Da organização / Público).
O card do link no WhatsApp, no X e no Telegram (25/09/2026)
Colar o link público de um artefato num aplicativo de mensagem não mostrava nada — nem título, nem imagem. Agora mostra um card com o título, a descrição, uma imagem gerada na hora e a marca da organização.
O link interno (o que abre dentro do painel, para quem já tem conta) segue outra regra: ele nunca entrega dado do artefato para quem chega sem sessão — nem para o robô que monta o card. Esse robô recebe um card fixo, genérico ("Artefato no Volund OS"), e uma pessoa sem sessão continua indo para o login, como sempre. Só o link público mostra o conteúdo de verdade no card, porque só ele já era para ser visto por quem não tem conta.
O que dá para fazer, e onde
| O que dá para fazer | Onde |
|---|---|
| Ver os artefatos publicados NESTA conversa, abrir e conferir o histórico | A aba "Artefatos" do painel da conversa |
| Ver TODOS os artefatos que você criou ou abriu, de qualquer agente da organização, com busca, filtro e ordenação | O item "Artefatos" na navegação |
| Editar e salvar uma página que tem editor | A própria página, aberta ao lado da conversa |
| Abrir em tela cheia | Botão "Tela cheia" na barra do artefato (usa o modo de tela cheia do navegador) |
| Trocar quem vê e copiar o link | Botão "Compartilhar" na barra do artefato |
| Publicar ou alterar um artefato | Pedindo ao próprio agente |
Fluxo de aprovação
Como um pedido nasce, o que a decisão autoriza exatamente e o que acontece depois que alguém decide.
Design System: a referência visual de uma marca que os agentes seguem
O terceiro tipo de artefato guarda o manual, as cores, a tipografia e os logos de uma marca — e os agentes seguem essa referência ao montar decks e canvases.