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Artefatos

Uma página que o agente publica com endereço próprio e histórico de versões — e que, quando traz um editor, a pessoa ajusta e salva sem passar pelo agente de novo.

Atualizado em 21 de outubro de 2026

Artefatos

Uma página que o agente publica e que ganha endereço próprio, histórico de versões e autoria — e que, quando a própria página traz um editor, a pessoa abre, ajusta e salva sem precisar pedir de novo ao agente.

Qual problema isto resolve

Um agente que produzia uma página tinha duas saídas, e nenhuma servia. Deixar o arquivo no computador da conversa: ele morre junto com aquele computador, e só existe dentro do painel de arquivos daquela conversa. Ou mandá-lo para o armazenamento de arquivos comum: vira um link de download, sem versão, sem dono e sem volta.

O que faltava era o óbvio: abrir a página, mexer, e guardar o que mexeu.

O que dá para fazer

  • O agente publica a página e ela ganha um endereço próprio, que sobrevive a um recarregamento e a um compartilhamento.
  • Quando a página traz um editor — é o caso do canvas de design, que se abre pelo comando /design —, a pessoa edita e clica em Salvar. Esse Salvar cria uma versão nova, sem passar pelo agente. Desde 26/09/2026 o editor do canvas é outro, e ele guarda cada prancheta separadamente, em vez de tudo num bloco só — o que torna mais seguro mexer numa sem arriscar as outras.
  • Abrir o histórico e restaurar uma versão anterior.
  • Pedir ao agente uma alteração no que já está publicado: antes de mexer, ele busca a versão atual — que pode ter sido editada por outra pessoa desde a última vez que ele a viu.

O canvas de design é só o primeiro uso. Hoje o agente monta cinco tipos por esse caminho: o canvas, a mesa de pranchetas onde se desenham telas e peças visuais; o deck, a apresentação de slides que a pessoa abre, ajusta e projeta; o Design System, a referência visual de uma marca, que ele segue ao montar os dois primeiros; o painel de dados, com os números vivos e a fonte de cada um à vista; e o Motion, o filme curto animado que sai em MP4 ou GIF. A lista cresce sem que o mecanismo mude: cada tipo novo entra pelo mesmo caminho.

Duas garantias que valem conhecer

Restaurar não reescreve. A versão restaurada é publicada como versão nova, e a tela diz isso com todas as letras — porque a expectativa natural de um botão assim é a oposta. Uma versão antiga nunca é editável no lugar: publicar por cima dela apagaria tudo que veio depois.

Duas pessoas salvando ao mesmo tempo não se atropelam. Cada Salvar sabe de qual versão partiu. Se alguém publicou nesse meio-tempo, o seu Salvar não sobrescreve: a página recarrega na versão que venceu e devolve o seu trabalho não salvo, para você decidir o que fazer com ele. Perder trabalho em silêncio seria o pior desfecho, e é justamente o que isso evita.

Quem vê (níveis de compartilhamento, desde 24/09/2026)

Cada artefato tem um nível de compartilhamento, e os níveis somam gente: subir de nível nunca tira acesso de quem já tinha.

NívelQuem abre
Privado (padrão para artefatos novos)Quem vê a conversa de origem, quem criou, e quem é proprietário ou administrador da organização
Da conversa (nível herdado pelos artefatos que já existiam antes desta mudança)O acima, mais quem tem acesso ao agente
Da organizaçãoQualquer membro da organização
PúblicoO acima, mais qualquer pessoa com o link, sem conta

Os artefatos publicados antes desta mudança foram migrados para "Da conversa" — exatamente a regra que já valia. Só o que é publicado depois nasce Privado, mais restrito por padrão.

Privado segue a conversa. Quem já pode ler a conversa em que o artefato nasceu já viu o que o agente produziu nela; por isso Privado não significa "só quem criou".

O link público abre por um endereço separado, sem pedir conta e só de leitura. Esse endereço não entrega nada sobre o artefato a quem não tem o link, e voltar para qualquer outro nível o desliga na hora. Ele também fica de propósito fora dos buscadores: compartilhar com alguém não é o mesmo que publicar para o mundo.

Quem troca o nível de um artefato: quem criou, quem é proprietário ou administrador da organização, ou quem tem permissão de configurar o agente. Trocar o nível é diferente de salvar uma versão — salvar muda o conteúdo para quem já vê, compartilhar muda quem vê, e no nível público isso passa das fronteiras da organização.

Remover é ato de quem administra o agente. Tira o artefato das listas, mas preserva o histórico e não quebra um endereço que alguém já tenha compartilhado.

A lista é da conversa, não do agente (04/09/2026)

Até então a aba "Artefatos" mostrava tudo que o agente já publicou, em qualquer conversa — quem abria uma conversa nova encontrava ali páginas publicadas em outras, sem nada na linha dizendo de onde vinham e sem como distinguir uma da outra.

O artefato sempre soube em qual conversa nasceu; faltava usar essa informação para recortar a lista. Agora a aba (e o cartão de publicação) só mostra o que esta conversa publicou, e só aparece quando há algo publicado nela — uma conversa nova, sem histórico próprio de artefato, não ganha aba vazia. O endereço próprio da página continua valendo de qualquer lugar, e é ele que se compartilha.

A seção Artefatos: todos os que você criou ou abriu (25/09/2026)

Isto é diferente da aba "Artefatos" de dentro de uma conversa (seção anterior): Artefatos é uma tela própria, ao lado de "Agentes" e "Apps" na navegação — e, no celular, dentro de "Mais". Ela junta os artefatos de qualquer agente da organização, não só os de uma conversa.

Ela mostra dois grupos, que podem se sobrepor:

  • O que você criou — como autor de fato, ou (para o que foi publicado antes desta mudança) numa conversa sua.
  • O que você abriu — toda vez que a página de um artefato carrega, isso fica registrado; abrir de novo não soma uma entrada nova, só atualiza "abriu por último".

Busca (por título, descrição ou nome do agente), filtro (Todos / Criados por mim / Abertos por mim) e ordenação (Aberto recentemente, Atualizado, Criação, Nome A-Z) — tudo roda sobre a lista já carregada, sem nova ida ao servidor a cada tecla, e a escolha de filtro e ordenação fica salva no seu perfil, do mesmo jeito que já acontece em Agentes e Apps. Um artefato nunca aberto entra em "Aberto recentemente" pela data de criação, e não no fim da lista.

Ainda vale a regra de sempre: só aparece o que você pode ver pelo nível de compartilhamento do artefato (Privado / Da conversa / Da organização / Público).

Colar o link público de um artefato num aplicativo de mensagem não mostrava nada — nem título, nem imagem. Agora mostra um card com o título, a descrição, uma imagem gerada na hora e a marca da organização.

O link interno (o que abre dentro do painel, para quem já tem conta) segue outra regra: ele nunca entrega dado do artefato para quem chega sem sessão — nem para o robô que monta o card. Esse robô recebe um card fixo, genérico ("Artefato no Volund OS"), e uma pessoa sem sessão continua indo para o login, como sempre. Só o link público mostra o conteúdo de verdade no card, porque só ele já era para ser visto por quem não tem conta.

O que dá para fazer, e onde

O que dá para fazerOnde
Ver os artefatos publicados NESTA conversa, abrir e conferir o históricoA aba "Artefatos" do painel da conversa
Ver TODOS os artefatos que você criou ou abriu, de qualquer agente da organização, com busca, filtro e ordenaçãoO item "Artefatos" na navegação
Editar e salvar uma página que tem editorA própria página, aberta ao lado da conversa
Abrir em tela cheiaBotão "Tela cheia" na barra do artefato (usa o modo de tela cheia do navegador)
Trocar quem vê e copiar o linkBotão "Compartilhar" na barra do artefato
Publicar ou alterar um artefatoPedindo ao próprio agente

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