VolundOS

Presença no Roam

O assento de uma pessoa acende no mapa do escritório virtual Roam enquanto um agente trabalha para ela numa conversa do chat da web.

Atualizado em 02 de setembro de 2026

Presença no Roam

Camada funcional

O Roam é o escritório virtual usado pela organização: um mapa onde cada pessoa aparece como um assento, e o assento mostra o que ela está fazendo ali dentro. Essa presença só cobria trabalho dentro do Roam — quando alguém pedia algo a um agente e ia fazer outra coisa, quem olhasse o mapa não tinha como saber que ela estava, na prática, ocupada com um trabalho em andamento.

Com esta integração, o assento da pessoa ganha um emoji e um brilho colorido enquanto o agente trabalha para ela numa conversa do chat da web, e apaga sozinho quando o trabalho termina.

O que acende: uma conversa do chat da web, com uma execução em andamento. O que não acende: um gatilho agendado, uma esteira, uma thread filha de delegação, Telegram, WhatsApp, API pública. Um disparo às 3h da manhã não diz nada sobre onde a pessoa está — não é limitação, é decisão. Quando apaga: ao fim da execução, inclusive quando o agente para para pedir aprovação ou uma credencial — um agente parado esperando decisão humana não está "trabalhando" para efeito deste sinal.

Configurar

Em Configurações da organização, quem administra cola um token do Roam (tela dedicada). A plataforma confere a credencial antes de salvar — chamando o próprio Roam para saber a que ela dá acesso — e recusa quando o token não é reconhecido, foi revogado, é do tipo errado, ou falta algum dos três escopos necessários (ler o diretório, ler e-mail, escrever atividade). A mensagem de recusa nomeia o problema.

Dos três tipos de credencial que o Roam emite, só um serve aqui: o que age como a própria organização, e por isso alcança o assento de qualquer pessoa dela. Uma credencial pessoal age só em nome de quem a criou, e funcionaria para essa pessoa e falharia para o resto da equipe. O terceiro tipo não oferece o modo de autorização de que esta integração precisa.

Um botão "Acender meu assento" deixa quem está configurando testar o caminho inteiro (credencial, vínculo por e-mail, chamada ao Roam) na hora, mesmo com a integração ainda desligada para o resto da organização.

Vínculo por e-mail

O Roam só aceita apontar um assento pelo identificador interno dele, e o único dado em comum entre as duas plataformas é o e-mail. Quem entrou no VolundOS com um e-mail diferente do que usa no Roam não é encontrado — a tela de diagnóstico mostra quantas pessoas estão nessa situação.

O que dá para fazer, e onde

O que dá para fazerOnde
Ligar a integração e colar o tokenConfigurações da organização → Presença no Roam
Escolher cor do brilho, emoji e se mostra o assunto da conversaA mesma tela
Testar o próprio assento sem afetar mais ninguémBotão "Acender meu assento"
Ver por que o brilho não está aparecendoO card de conexão, que mostra a última recusa do Roam

Limites e modos de falha conhecidos

  • Um emoji só. A tela aceita um único emoji por organização (não texto arbitrário); a API do Roam aceitaria mais, mas isso deixaria passar textos como "BUSY" no assento de todo mundo.
  • Sem ícone próprio. A integração usa emoji; não dá para subir uma imagem no lugar.
  • Sem brilho em assento de palco. Auditório, backstage e observador invisível no Roam não mostram o indicador.
  • Nunca derruba o trabalho do agente. Se o Roam estiver fora do ar ou a chamada falhar, a execução segue normalmente — o único efeito é o assento não acender.
  • O brilho nunca fica preso. Se todas as tentativas de apagá-lo falharem, o próprio Roam o expira sozinho em minutos — ninguém aparece ocupado para sempre por causa de uma falha.

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