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Trilha de auditoria da organização

Registra quem fez o quê, quando e com qual resultado na organização, numa área própria das configurações que só quem é proprietário ou administrador consegue ver.

Atualizado em 14 de agosto de 2026

Trilha de auditoria da organização

Camada funcional

Quem fez o quê, quando e com qual resultado. A trilha de auditoria fica numa área própria das configurações da organização, e só quem é proprietário ou administrador consegue vê-la — membro comum não enxerga nada ali.

O registro

Cada linha guarda quem agiu — uma pessoa ou uma chave de API —, o que foi chamado, sobre qual recurso, por onde a ação entrou e se o resultado foi sucesso, erro ou negação.

Negação também é registro. Quando uma chave de API esbarra no limite do seu escopo, isso vira uma linha própria — o que permite ver tentativa, não só sucesso.

Consulta

  • Confirmado por duas vezes: só proprietário e administrador acessam a consulta, e essa mesma regra é reforçada numa camada mais profunda — um membro comum não recebe nenhuma linha, mesmo se algo acima falhar em checar.
  • A lista carrega em blocos de 50 linhas, dos registros mais recentes para os mais antigos.
  • Dá para filtrar por tipo de resultado (sucesso, erro ou negado), pela ferramenta usada, e por quem agiu (pessoa ou chave de API).

A trilha de auditoria sendo filtrada por tipo de resultado, com a lista estreitando para mostrar só as tentativas negadas

Duas trilhas, propósitos diferentes

Esta trilha cobre a operação do dia a dia — quem chamou o quê na plataforma. Existe uma segunda trilha, própria da governança de IA, voltada a prova formal: registro imutável, evidência e verificação de integridade. Essa segunda trilha ainda está em construção e é tratada à parte.

O que está confirmado

Está confirmado que ações feitas pela API pública e pelas integrações programáveis do agente geram linha nesta trilha.

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