Vincular sua conta a uma aplicação de fora
Uma aplicação externa pode agir em nome de cada pessoa que vinculou a própria conta — e não em nome de quem detém a chave.
Vincular sua conta a uma aplicação de fora
Para que serve
Sem isso, uma aplicação externa que conversa com os seus agentes tem uma identidade só: a de quem criou a chave que ela usa. Na prática, toda conversa de todos os usuários dessa aplicação rodava em nome da mesma pessoa — a conversa, o consumo, o registro de auditoria e a assinatura das ações, tudo atribuído a quem nunca fez nada daquilo. A única saída era duplicar o agente à mão, uma cópia por pessoa.
Contas vinculadas resolvem isso: cada pessoa vincula a própria conta à aplicação, e daí em diante o que ela pedir por lá acontece em nome dela.
Vincular é consentir, não é ser cadastrado por alguém. A sua conta precisa existir antes, e é você quem confirma o vínculo, autenticado, numa tela do VolundOS. A alternativa — deixar a aplicação simplesmente afirmar quem você é — foi descartada, e por um motivo que vale dizer: se a plataforma aceitasse um nome que ninguém provou, "fulano publicou isso" deixaria de significar que fulano publicou.
Como funciona, do seu lado
- A aplicação te manda para uma tela do VolundOS que mostra, em português, quem está pedindo, em qual organização, e o que ela vai poder fazer. Você confirma ali, logado.
- A aplicação recebe, por um caminho que só ela enxerga, a credencial que representa você.
- Dali em diante, o que você pedir por aquela aplicação roda com o seu nome: a conversa é sua, o consumo é seu, o registro diz que foi você.
- Uma conversa que nasceu por esse caminho aparece na sua lista com uma etiqueta dizendo de qual aplicação ela veio.
Como desfazer, e quem mais pode
- Você desfaz o próprio vínculo a qualquer momento, no seu perfil, na seção de aplicações vinculadas.
- Quem administra a organização registra e gerencia as aplicações nas configurações da organização: vê quem vinculou a conta, desliga uma pessoa específica, ou desliga a aplicação inteira de uma vez.
A revogação vale na hora, dos dois lados.
O que o vínculo dá — e o que não dá
Esta distinção evita a confusão mais comum. Sendo preciso sobre o que o vínculo faz e o que não faz:
- Ele pode te dar entrada na organização. Se você ainda não é membro, o vínculo te adiciona como membro comum — nunca como administrador. A tela diz isso antes de você confirmar.
- Ele não decide a quais agentes você chega. Isso continua vindo do time a que a aplicação está ligada e das mesmas regras que valem quando você entra pela tela. Vincular a conta não abre um agente que você não alcançaria de outro jeito.
Em uma frase: o vínculo diz quem é você e, se preciso, te coloca na porta — mas quem decide o que você alcança lá dentro continua sendo a organização.
Quando o agente pede a sua autorização
Um agente pode estar configurado para agir com a identidade de cada pessoa nos serviços conectados. Se você ainda não autorizou o que ele precisa, o trabalho não começa: a aplicação recebe de volta a lista do que falta, em vez de rodar em nome de outra pessoa.
Há um terceiro caso, tratado à parte de propósito: quando não foi possível verificar se você autorizou. Isso não é "não autorizou" — é "não sei agora", e o caminho certo é tentar de novo, não te pedir uma autorização que talvez já exista.
Chaves de API da organização
A chave de API que a organização emite para um sistema externo chamar um agente aparece completa uma única vez, no momento da criação, e pode ser escopada ou revogada.
Membros e convites
A organização convida por e-mail, e desde 04/09/2026 também aceita entrada sem convite quando o e-mail de trabalho vem de um domínio que ela já provou ser dela.