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Modo de plano por turno

Marcada a caixa Planejar, o agente investiga e propõe um plano em vez de executar — e a aprovação libera a mesma conversa para seguir, sem perder o que ele já descobriu.

Atualizado em 11 de setembro de 2026

Modo de plano por turno

Camada funcional

Ao lado do botão de enviar existe uma caixa de seleção "Planejar". Marcada, a conversa inteira entra em modo de plano: o agente só investiga e propõe um plano — não executa nada até alguém decidir.

O fluxo é este:

  1. A pessoa liga "Planejar" e envia a mensagem.
  2. O agente investiga — lê arquivos, navega, pesquisa — e escreve um plano. Se precisar, pergunta algo antes.
  3. Um cartão de decisão aparece na conversa, com o plano proposto.
  4. Aprovar libera a mesma conversa para executar o que foi proposto. Não é preciso mandar outra mensagem, e nada do que o agente descobriu investigando se perde.
  5. Rejeitar devolve o motivo ao agente, que replaneja ali mesmo. Ao recusar, dá para escrever o pedido de ajuste — e é esse texto que o agente lê para refazer a proposta.

Planejar desde a primeira mensagem

Até 20/08/2026 a caixa só existia dentro de uma conversa já aberta. Quem começava pelo campo da página inicial, ou pela janela de nova conversa, mandava a primeira mensagem em modo normal — o agente já saía executando — e só conseguia planejar a partir da segunda.

Hoje a caixa está nos dois lugares, e o que ela marca vale já na mensagem que cria a conversa.

O modo é da conversa, não da mensagem

Antes de 14/08/2026, marcar "Planejar" valia só para aquele envio. Isso quebrava justamente o caso mais comum: o agente pergunta algo antes de propor, a pessoa responde — e essa resposta continua o mesmo trabalho, em vez de começar outro. Como o modo já tinha se desligado, a resposta rodava sem plano, e o agente acabava escrevendo a proposta em texto solto, sem cartão para ninguém aprovar.

Hoje, ligar "Planejar" arma a conversa. O modo continua valendo quando você responde a uma pergunta do agente, decide uma aprovação, atende a um pedido de credencial, ou quando uma mensagem sai da fila.

O que nunca herda o modo de plano: um disparo por agendamento ou por evento, uma delegação para outro agente, uma etapa de esteira, uma chamada de fora e as conversas que chegam pelos canais de mensagem — mesmo que caiam na mesma conversa. Planejar é decisão de gente, e um disparo automático em modo de plano deixaria de trabalhar para propor um plano que ninguém está olhando.

A conversa sai do modo de plano de quatro formas: aprovando um plano, desmarcando a caixa, quando o ambiente da conversa não tem como mostrar o cartão de decisão, ou depois de 24 horas sem ninguém decidir — aí a intenção é tratada como abandonada. A caixa reflete o estado real: quem entra numa conversa já armada a vê marcada, em vez de um modo invisível que só aparecia depois de mandar mensagem.

Enquanto um turno está rodando, a caixa fica desabilitada. A mensagem que você enviar nesse momento vai para a fila — e, se a conversa já estava armada, o modo continua valendo quando ela for processada.

O que o agente pode e não pode fazer enquanto planeja

Ele só lê e investiga: pesquisar, navegar e observar uma página — sem clicar nem preencher nada —, consultar informação. Não manda mensagem, não altera dado, não delega para outro agente e não edita nenhum arquivo do projeto. A única coisa que ele escreve nesse turno é o próprio plano.

Se a proposta ficar muito extensa, a conversa guarda até um limite e avisa que cortou — para ninguém aprovar um plano acreditando ter lido a proposta inteira.

Duas correções que devolveram a saída (01/09/2026)

Duas falhas deixavam o modo de plano sem saída, e ambas apareciam como "o botão não faz nada":

Aprovar não destravava quando o plano era grande. A resposta da aprovação passava pelo mesmo corte de tamanho aplicado a texto comum — e, cortada no meio, deixava de ser compreensível para quem tinha de obedecê-la. O resultado: a aprovação ficava gravada, mas o agente abria outro cartão, e para quem havia clicado em Aprovar nada acontecia. Hoje a resposta de decisão passa inteira; o corte continua valendo só para o texto que o agente lê.

O pedido de ajuste ia para o limbo. O texto digitado ao recusar ficava guardado e não chegava nem à conversa nem ao agente, que recebia sempre a mesma frase pronta — então quem escrevia um pedido de ajuste não deixava rastro nenhum, e o plano voltava sem a correção. Hoje o pedido chega inteiro ao agente como a instrução de reescrever o plano, aparece na conversa como mensagem sua, e deixou de ser cortado pela metade.

Um limite que vale saber

Modo de plano existe em um só dos motores de execução. Se o modelo escolhido pertencer a outro, a caixa não aparece — e pedir o modo por fora da tela também é recusado. Não é lacuna a fechar: o recurso simplesmente não existe daquele lado. A caixa sumir é, ela mesma, o sinal de que o modelo daquela conversa está em outro motor; o que são os motores está em Os motores por trás dos modelos.

Também não há subagentes dentro de um turno de plano.

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