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Modo de plano por turno

Escolhido o modo Planejar, o agente investiga e propõe um plano em vez de executar — e a aprovação libera a mesma conversa para seguir, sem perder o que ele já descobriu.

Atualizado em 27 de setembro de 2026

Modo de plano por turno

Camada funcional

No rodapé da conversa, o chip que mostra o modelo abre um painel com três coisas: qual modelo responde, quanto esforço ele dedica e o modo — Fazer ou Planejar. Escolhido Planejar, a conversa inteira entra em modo de plano: o agente só investiga e propõe um plano, e não executa nada até alguém decidir.

Desde 15/09/2026 é ali que o modo mora. Antes, "Planejar" era uma caixa de seleção solta ao lado do enviar; ela foi para dentro do painel do modelo, junto com o esforço, porque as três são configuração da conversa e não ação sobre a mensagem que você está escrevendo.

O fluxo é este:

  1. A pessoa escolhe o modo "Planejar" e envia a mensagem.
  2. O agente investiga — lê arquivos, navega, pesquisa — e escreve um plano. Se precisar, pergunta algo antes.
  3. Desde 26/09/2026, o plano aparece na conversa como uma chamada de ferramenta ("Plano proposto"), igual a qualquer outra — sem botões ali. Acima do campo de mensagem, uma faixa avisa "Plano aguardando sua decisão", com um atalho para ver o plano inteiro.
  4. Os botões Reprovar, Aprovar e executar e Enviar alterações aparecem no lugar do campo de escrever, no rodapé — a decisão desceu para lá, e não mora mais num cartão solto no meio da conversa. Aprovar e executar libera a mesma conversa para seguir com o que foi proposto: não é preciso mandar outra mensagem, e nada do que o agente descobriu investigando se perde.
  5. Enviar alterações devolve o motivo ao agente, que replaneja ali mesmo. Dá para escrever o pedido de ajuste — e também para anexar imagem ou arquivo junto, do mesmo jeito que numa mensagem comum. Enquanto o anexo ainda está subindo, o botão de enviar a alteração fica desabilitado; ele só libera quando não há mais nada em envio.

Planejar desde a primeira mensagem

Até 20/08/2026 a escolha só existia dentro de uma conversa já aberta. Quem começava pelo campo da página inicial, ou pela janela de nova conversa, mandava a primeira mensagem em modo normal — o agente já saía executando — e só conseguia planejar a partir da segunda.

Hoje ela está nos dois lugares, e o que se escolhe ali vale já na mensagem que cria a conversa.

O modo é da conversa, não da mensagem

Antes de 14/08/2026, marcar "Planejar" valia só para aquele envio. Isso quebrava justamente o caso mais comum: o agente pergunta algo antes de propor, a pessoa responde — e essa resposta continua o mesmo trabalho, em vez de começar outro. Como o modo já tinha se desligado, a resposta rodava sem plano, e o agente acabava escrevendo a proposta em texto solto, sem cartão para ninguém aprovar.

Hoje, ligar "Planejar" arma a conversa. O modo continua valendo quando você responde a uma pergunta do agente, decide uma aprovação, atende a um pedido de credencial, ou quando uma mensagem sai da fila.

O que nunca herda o modo de plano: um disparo por agendamento ou por evento, uma delegação para outro agente, uma etapa de esteira, uma chamada de fora e as conversas que chegam pelos canais de mensagem — mesmo que caiam na mesma conversa. Planejar é decisão de gente, e um disparo automático em modo de plano deixaria de trabalhar para propor um plano que ninguém está olhando.

A conversa sai do modo de plano de quatro formas: aprovando um plano, voltando o modo para "Fazer", quando o ambiente da conversa não tem como mostrar o cartão de decisão, ou depois de 24 horas sem ninguém decidir — aí a intenção é tratada como abandonada. O painel reflete o estado real: quem entra numa conversa já armada o abre com "Planejar" escolhido, em vez de um modo invisível que só aparecia depois de mandar mensagem.

Enquanto um turno está rodando, a escolha de modo fica desabilitada. A mensagem que você enviar nesse momento vai para a fila — e, se a conversa já estava armada, o modo continua valendo quando ela for processada.

O que o agente pode e não pode fazer enquanto planeja

Ele só lê e investiga: pesquisar, navegar e observar uma página — sem clicar nem preencher nada —, consultar informação. Não manda mensagem, não altera dado, não delega para outro agente e não edita nenhum arquivo do projeto. A única coisa que ele escreve nesse turno é o próprio plano.

Se a proposta ficar muito extensa, a conversa guarda até um limite e avisa que cortou — para ninguém aprovar um plano acreditando ter lido a proposta inteira.

Duas correções que devolveram a saída (01/09/2026)

Duas falhas deixavam o modo de plano sem saída, e ambas apareciam como "o botão não faz nada":

Aprovar não destravava quando o plano era grande. A resposta da aprovação passava pelo mesmo corte de tamanho aplicado a texto comum — e, cortada no meio, deixava de ser compreensível para quem tinha de obedecê-la. O resultado: a aprovação ficava gravada, mas o agente abria outro cartão, e para quem havia clicado em Aprovar nada acontecia. Hoje a resposta de decisão passa inteira; o corte continua valendo só para o texto que o agente lê.

O pedido de ajuste ia para o limbo. O texto digitado ao recusar ficava guardado e não chegava nem à conversa nem ao agente, que recebia sempre a mesma frase pronta — então quem escrevia um pedido de ajuste não deixava rastro nenhum, e o plano voltava sem a correção. Hoje o pedido chega inteiro ao agente como a instrução de reescrever o plano, aparece na conversa como mensagem sua, e deixou de ser cortado pela metade.

Um limite que vale saber

Modo de plano existe em um só dos motores de execução. Se o modelo escolhido pertencer a outro, o modo não aparece no painel — e pedi-lo por fora da tela também é recusado. Não é lacuna a fechar: o recurso simplesmente não existe daquele lado. A ausência do modo é, ela mesma, o sinal de que o modelo daquela conversa está em outro motor; o que são os motores está em Os motores por trás dos modelos.

Também não há subagentes dentro de um turno de plano.

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