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Os motores por trás dos modelos

Cada modelo que você escolhe pertence a um dos motores de execução da plataforma. O resto da experiência é igual — e trocar de motor no meio da conversa é recusado.

Atualizado em 11 de setembro de 2026

Os motores por trás dos modelos

Camada funcional

Três motores de raciocínio rodam dentro da mesma plataforma — Claude Code, Cursor e, desde 10/09/2026, o Codex (GPT) da OpenAI. Para quem usa, a diferença aparece de uma forma só: como opção de modelo. Cada modelo pertence a um dos três, e todo o resto — conversa, skills, ferramentas, aprovações, arquivos — funciona igual entre eles.

Você não escolhe o motor. Você escolhe o modelo, e o motor vem junto.

Por que trocar de motor no meio é recusado

Você pode trocar o modelo de uma conversa. Mas se o modelo novo pertencer a outro motor, a troca é recusada, com a lista dos modelos que dá para escolher ali.

Não é capricho: a conversa em andamento carrega estado que pertence àquele motor — a sessão retomada entre turnos, as skills preparadas, as conexões configuradas. Trocar de motor no meio deixaria tudo isso órfão, e o sintoma seria uma conversa que "esqueceu" o que estava fazendo.

Para começar com outro motor, o caminho é uma conversa nova.

O que os três têm em comum

Tudo o que descrevemos na página sobre como um agente executa vale para os três: a máquina própria, o trabalho que continua com você fora da aba, a interrupção que alcança a árvore inteira, a sessão que se cura. O que muda é só quem raciocina lá dentro: tudo o que chega até você na conversa tem a mesma forma, qualquer que seja o motor.

O efeito disso você percebe na uniformidade: o mesmo nome de ferramenta, o mesmo cartão de aprovação, o mesmo passo a passo, qualquer que seja o modelo escolhido.

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