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Proteção e acesso ao App publicado

Nem toda aplicação publicada tem login na frente. A plataforma distingue App protegido, aberto, com credencial mas sem proteção real, ou ainda não verificado.

Atualizado em 21 de agosto de 2026

Proteção e acesso ao App publicado

Por que isso não é um simples sim ou não

Nem toda aplicação publicada tem uma camada de login na frente. Saber se um App está protegido, aberto a qualquer pessoa, ou nunca verificado é o que evita expor algo por engano — inclusive o caso em que parece protegido e não está.

Os cinco estados

EstadoSignificado
Não verificadoainda não foi inspecionado — "não sabemos, e dizer que sabemos seria pior"
Não publicadoo endereço público ainda não existe
Abertopublicado e sem login: qualquer pessoa com o endereço entra
Credencial sem proteção realhá uma credencial de acesso configurada, mas ela não fecha a porta
Protegidopublicado; a camada de autenticação foi observada na última inspeção, com a data dela — resultado datado, não garantia permanente

Por que "credencial sem proteção real" merece um estado próprio

A credencial é o sinal visível: aparece na aba de segurança, tem botão de rotação, tem cara de proteção. E ela não fecha porta nenhuma — quem tiver o endereço continua entrando. Um App nesse estado é mais perigoso que um App declaradamente aberto, porque quem administra já acha que resolveu.

Por que "não verificado" não é tratado como "sem proteção"

A camada de autenticação mora no código da própria aplicação publicada, que a plataforma não escreve. O que se sabe é o resultado da última inspeção, com a data dela. Sem inspeção, o estado é "não verificado" — nunca "sem proteção", que seria afirmar como fato algo que ninguém checou.

A verificação periódica

A plataforma inspeciona os Apps publicados automaticamente, em intervalos regulares, e avisa quando encontra um App aberto — sem alarmar sobre o que ainda não foi verificado, porque um alarme por suposição ensinaria a ignorar o aviso seguinte.

O que a proteção não cobre

Este recurso responde só "há login na frente do App?". Existe uma checagem separada, na mesma área de segurança do agente, sobre o que exatamente o App expõe — quais capacidades e sob qual permissão. As duas se complementam: uma diz se a porta tem fechadura, a outra lista o que tem atrás dela.

Essa segunda checagem foi além de registrar o que o App diz de si mesmo (14/08/2026): agora dá para pedir que a plataforma pergunte diretamente ao App publicado o que ele expõe de verdade e compare com o que foi declarado, apontando o que só existe de um lado ou está com permissão diferente dos dois. Ver a seção "Verificação de superfície" na documentação sobre o VolundOS como provedor de identidade dos Apps, e o inventário de ativos de IA.

Onde fazer isso

  • Ver o estado de proteção de um App e pedir uma nova verificação: na aba Segurança do agente, seção "Esta aplicação pede login?" — desde 16/08/2026 a aba virou um hub de 5 seções navegadas por endereço (?seguranca=<slug>), com o veredito de proteção numa faixa acima da lista em vez de um cartão empilhado entre outros. A seção "Quem tem acesso" tem documento próprio; as outras duas, permissões e superfície publicada, ainda não têm.
  • Rotacionar o segredo do App: no mesmo hub, seção "Credencial de acesso". Rotacionar o segredo não invalida sessões já abertas.

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