VolundOS

Agente do app: o assistente que a aplicação publicada oferece a quem a usa

Um App pode oferecer, a quem usa a aplicação publicada, um agente separado do que a constrói — agindo em nome de quem está conversando naquele momento.

Atualizado em 02 de setembro de 2026

Agente do app: o assistente que a aplicação publicada oferece a quem a usa

Camada funcional

Até 31/08/2026, um App — a classe de agente que constrói e publica um sistema — tinha um agente só: o desenvolvedor, que constrói a aplicação. Quem usava a aplicação publicada não tinha agente nenhum. Oferecer um assistente aos próprios usuários exigia improvisar o caminho por fora, com uma credencial fixa de acesso à plataforma — e aí toda conversa de todo usuário rodava em nome do dono daquela credencial, não em nome de quem estava do outro lado.

Agora um App pode vincular a si um ou mais agentes separados dele mesmo, e oferecê-los a quem usa a aplicação. A diferença que sustenta tudo: o agente age em nome de quem está conversando na aplicação naquele momento.

O vínculo

Um App pode oferecer vários agentes, embora a maioria dos casos tenha um só. Cada vínculo tem:

  • um apelido estável — é isso que o código da aplicação escreve, em vez de um identificador que muda de um ambiente para outro;
  • se é o padrão — quem responde quando a aplicação não pede ninguém em especial. O primeiro agente vinculado vira o padrão sozinho;
  • se está ligado — desligar tira o agente da oferta sem apagar o apelido, então o endereço que alguém guardou continua existindo, só para de responder; desvincular apaga o apelido de vez e o libera para outro agente.

O agente ofertado nunca pode ser, ele mesmo, um App. Oferecer uma aplicação inteira, com repositório e publicação próprios, como "assistente" dentro de outra aplicação não significa nada.

O acesso à própria aplicação já vem pronto

Ao vincular, a plataforma liga o agente à própria aplicação automaticamente — ninguém digita endereço, ninguém passa por tela de consentimento.

Essa ligação nasce com a identidade fixada em "conta de quem está falando", o mesmo modo que uma conexão comum oferece à escolha. Aqui ele não é escolha, e não é inferido: é o único modo que o vínculo aceita. Na prática, as permissões que valem dentro da aplicação são as da pessoa que está conversando com o agente naquele momento, não as de quem administra a aplicação.

A consequência é a mesma que vale em qualquer conexão nesse modo: sem uma pessoa do outro lado — um agendamento, um disparo automático, uma esteira — a ligação fica indisponível. Ela nunca recai sobre a conta de quem administra, porque isso faria a ação sair sob a identidade errada, com o agente relatando sucesso.

O alcance é estreito de propósito

O que a aplicação publicada recebe serve para conversar com os agentes que ela mesma vinculou e mantém ligados, e nada além disso: governança e esteiras ficam fora de alcance. Desligar um agente o tira da oferta em no máximo dez minutos, sem republicar a aplicação — e a lista de quem está oferecido é consultada pela aplicação enquanto ela roda, também sem republicar.

Onde configurar

Na aba "Ambiente" do painel do App, uma seção Agentes lista os vínculos, com o apelido, o selo de padrão e os comandos de ligar, desligar e desvincular. Desligar o agente padrão é recusado quando ele é o único vínculo — escolher outro padrão em silêncio decidiria por quem não decidiu.

O que dá para fazer, e onde

O que dá para fazerOnde
Vincular um agente ao App, definir o apelido e qual é o padrãoAba "Ambiente" → seção "Agentes" do painel do App
Ligar, desligar ou desvincular um agente ofertadoA mesma seção
Descobrir quais agentes estão oferecidos naquele momentoA própria aplicação consulta a lista enquanto roda

Quem depende disso

  • Quem usa a aplicação publicada: ganha um assistente que responde com as permissões da própria pessoa, e não com as de quem administra.
  • Quem publica o App: deixa de precisar de uma credencial fixa de plataforma dentro do código da aplicação.

On this page