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O que é um App

Um App é um agente cujo trabalho é construir e publicar um sistema em produção. Descreve-se o que o sistema deve fazer, e ele monta a aplicação, mostra rodando ao vivo…

Atualizado em 02 de setembro de 2026

O que é um App

Camada funcional

Um App é um agente cujo trabalho é construir e publicar um sistema em produção. Descreve-se o que o sistema deve fazer, e ele monta a aplicação, mostra rodando ao vivo e publica com domínio próprio. A plataforma oferece a identidade da organização e provisiona a credencial; exigir login do lado de quem acessa é responsabilidade do código do App, não uma garantia da plataforma.

Uma classe, definida na criação

Um agente pertence a uma classe escolhida no momento em que é criado, e essa escolha não muda depois. App é uma dessas classes — não uma opção que se liga num agente comum já existente.

Criar um App por ferramenta, não só pela tela (02/09/2026)

Até então, um App só nascia na tela: criar um exigia estar com a sessão aberta no navegador, e um agente com a capacidade de gerir a própria plataforma respondia que aquilo não era possível. Toda automação que monta um ambiente completo parava justamente no passo que exigia uma pessoa clicar, sem que houvesse razão de segurança para isso: a mesma pessoa, com o mesmo papel na organização, cria o App em dois cliques na tela de qualquer forma.

Agora um agente com a capacidade de gerir a plataforma consegue criar um App, listar os que existem e consultar um deles — pela conversa, sem ninguém abrir a tela. A criação percorre o mesmo caminho de sempre: a conferência do que a organização precisa ter pronto, depois a criação, depois o provisionamento. Tudo que vale na tela vale aqui, e se a organização não estiver pronta o pedido é recusado antes de qualquer coisa ser criada.

Uma garantia que não se afrouxou: um App só nasce App porque foi essa a ação pedida, nunca porque um campo do pedido disse isso. Não existe forma de um agente comum se promover a App mexendo num parâmetro.

Antes de criar: o que a organização precisa ter pronto

Um App nasce com repositório de código, ambiente de publicação e credenciais de hospedagem — tudo dependente de configuração prévia da organização. Por isso a plataforma confere essa configuração antes de criar o App, e não depois: um problema de configuração aparece na hora da criação, numa tela onde dá para corrigir, em vez de aparecer no meio de uma conversa com o agente.

Instabilidades passageiras do provedor de hospedagem são tratadas de outro jeito: elas não impedem a criação, que continua tentando sozinha até destravar.

Instruções já vêm preenchidas ao nascer (correção de 19/08/2026)

O diálogo de criação de um App pede nome, ícone e objetivo — nunca pediu "instruções". Até 19/08/2026, isso deixava o campo de instruções do agente vazio, e a tela de configuração do agente (a mesma para App e agente comum) condiciona "Salvar alterações" a esse campo não estar vazio. Um App nascia, portanto, num estado em que não podia mais ser configurado pela interface — nenhuma integração, nenhum servidor MCP, nenhuma skill entrava depois do momento da criação. Medido em produção antes da correção: 19 dos 23 Apps ativos estavam nesse estado.

Agora um App nasce com instruções semeadas a partir do nome e do objetivo informados na criação — um ponto de partida curto e editável (não repete as instruções de identidade padrão do runtime, que já cobrem quem o App é e como o código chega). E a validação do "Salvar" deixa de exigir o campo quando o agente é um App, o que também destrava os Apps que nasceram antes desta correção e ficaram presos no estado vazio.

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