Quem tem acesso a um App: concessões e a aba Segurança
Um App publicado pode exigir login; esta funcionalidade é o outro lado da mesma porta — quem, especificamente, pode entrar. Quem administra o App concede acesso a pessoas…
Quem tem acesso a um App: concessões e a aba Segurança
Para que serve
Um App publicado pode exigir login; esta funcionalidade é o outro lado da mesma porta — quem, especificamente, pode entrar. Quem administra o App concede acesso a pessoas, times ou outros agentes da organização, e revoga quando não faz mais sentido.
A aba Segurança tem 5 seções, cada uma com endereço próprio (16-21/08/2026)
A tela era uma página só, com seis blocos empilhados de mesmo peso — o veredito de proteção (a
resposta para "esta aplicação está aberta para a internet?") era o quarto, abaixo da dobra, apesar
de ser a pergunta mais urgente. Virou um hub: o veredito de proteção fica numa faixa acima de tudo, e
uma lista de 5 linhas — cada uma com a própria contagem (2 pessoas · 1 agente, 5 perfis · 9 permissões, 33 no ar) — leva a uma seção por vez:
| Seção | Pergunta que responde |
|---|---|
| Quem tem acesso | pessoas, times e agentes que podem usar esta aplicação (esta funcionalidade) |
| Esta aplicação pede login? | o veredito de proteção: se a porta está aberta para a internet |
| Perfis e permissões | o que a aplicação declarou que sabe separar, e o que cada perfil reúne |
| O que ela publica | as ferramentas e os endereços expostos, no ar e em desenvolvimento |
| Credencial de acesso | trocar a credencial da aplicação |
A seção escolhida fica registrada no próprio endereço da página, e não num estado passageiro da tela — é o que permite link compartilhável, botão voltar do navegador e a posição sobreviver a um recarregamento, sem tirar a pessoa do painel onde a conversa com o agente do App continua aberta. Endereços antigos, de quando catálogo e superfície ficavam numa seção só, continuam abrindo, redirecionados. O veredito e as cinco contagens chegam numa única consulta ao servidor — cinco linhas com número não podiam custar cinco idas numa aba que divide a tela com a conversa.
Quem pode ser oferecido como destinatário de acesso
O campo de busca oferece três grupos — membros da organização, times, e outros agentes. As regras de elegibilidade de agente, corrigidas em 20/08/2026:
- Agente arquivado nunca aparece. Sem esse filtro, numa organização de teste com 64.886 agentes (quase todos arquivados), a listagem vinha cheia de agentes arquivados e nenhum ativo dentro do limite de resultados — um agente criado agora simplesmente não aparecia na busca.
- Agente pausado continua aparecendo. Pausado não é descarte: é um agente que volta a operar, e escondê-lo do campo impediria conceder acesso hoje para ele já ter quando despausar.
- O próprio App nunca aparece na lista de si mesmo.
Busca acontece no servidor, não mais no navegador (20/08/2026)
Antes a tela carregava membros, times e agentes da organização inteiros e filtrava no navegador. Duas falhas silenciosas mediram isso: uma listagem grande é cortada num teto de mil resultados sem aviso nenhum, e a leitura de agentes não filtrava arquivado — então numa organização grande o campo de busca operava sobre uma fatia arbitrária dos dados, e digitar o nome exato de alguém fora dela não trazia ninguém.
A busca por texto acontece agora no servidor, e se comporta igual para os três grupos: ignora acento,
ignora maiúscula e minúscula, e casa com qualquer trecho do nome. Chegar nesse comportamento exigiu
duas correções — a primeira tentativa exigia acento idêntico (quem digitasse "nobrega" não achava o
time "Nóbrega") e tratava * como curinga, devolvendo gente sem relação nenhuma com o que foi escrito
numa tela que decide acesso.
E-mail do membro só aparece para quem administra a organização
Para abrir esta tela basta poder configurar o App — permissão que também chega por compartilhamento direto, a alguém que não administra a organização. Já a lista de membros com o e-mail de cada um é informação restrita a quem administra a organização, em outro lugar do produto; entregá-la aqui a qualquer pessoa com acesso ao App abriria por uma porta lateral o que aquela outra tela fecha. Quem não administra a organização vê o nome, sem o e-mail.
[CORRIGIDO 20/08/2026] Falha ao ler o papel na organização virava "não administra"
Para decidir se mostra o e-mail, a tela precisa saber se a pessoa administra a organização. Quando essa consulta falhava, o comportamento anterior descartava o erro e seguia como se a resposta fosse "não administra" — silenciosamente. Isso tinha dois efeitos ruins ao mesmo tempo: quem administra recebia a lista de membros sem nenhum e-mail (a informação desaparecia, sem a tela dizer que faltou algo), e nada distinguia "não administra de fato" de "não deu para saber". Agora uma falha nessa consulta recusa a operação inteira, em vez de afirmar um papel que não foi confirmado.
Onde fazer isso
- Conceder acesso a uma pessoa, a um time ou a outro agente: na seção "Quem tem acesso" da aba Segurança do App.
- Revogar um acesso já concedido: na mesma seção, na linha de quem tem acesso.
- Ver de uma vez o veredito de proteção e quantos acessos, perfis e endereços o App tem: na faixa e na lista de seções que abrem a aba.
Ciclo de desenvolvimento de um App
Conversa-se com o App descrevendo o que o sistema deve fazer: ele escreve o código e a aplicação aparece rodando ao vivo, com cada mudança comitada automaticamente.
O que é um App
Um App é um agente cujo trabalho é construir e publicar um sistema em produção. Descreve-se o que o sistema deve fazer, e ele monta a aplicação, mostra rodando ao vivo…