Alcançar a IA que roda fora daqui
Nem toda IA da organização roda aqui. Para o inventário servir, ele precisa alcançar o que roda em outros sistemas — e receber medidas de lá.
Alcançar a IA que roda fora daqui
Camada funcional
Nem toda IA da organização roda no VolundOS. Para o inventário ser útil de verdade, ele precisa alcançar também modelos e serviços mantidos em outros sistemas — e receber medidas de lá.
Há dois caminhos, e você escolhe pelo que o outro sistema permite: conectar-se a ele para descobrir o que existe, ou deixar que ele reporte ativamente.
Descobrir o que existe em outro sistema
Um conector consulta o sistema de origem e traz de lá a lista do que está registrado.
Além do conector para registros de modelo consagrados, há um conector genérico, e ele é a decisão de projeto que mais rende. Em vez de escrever um conector por fornecedor, ele define um contrato mínimo: o sistema devolve uma lista de itens, cada um com o que tiver — referência, nome, tipo, ambiente, versão, descrição —, e o que faltar assume o padrão que você configurou.
A tolerância a variação é o que faz um conector só cobrir sistemas que ninguém padronizou: ele aceita a lista sob nomes diferentes, e aceita identificadores com nomes diferentes. Funciona inclusive com sistema instalado dentro da sua própria rede.
Ou deixar o sistema reportar
O caminho inverso: em vez de irmos buscar, o sistema externo envia. As medidas que chegam por aí são a mesma fonte que o portão de promoção avalia — o que fecha o ciclo: o ativo externo entra no inventário, reporta suas medidas, e é promovido pelo mesmo critério dos que rodam aqui dentro.
A entrada é autenticada por chave da organização, com permissão específica de governança.
E receber de volta o que acontece aqui
Também há o caminho de saída: a organização pode receber os eventos de governança nos próprios sistemas, à medida que acontecem.
A procedência fica visível
Ativo que entrou por esse caminho é registrado com origem externa, distinta de agente, skill, modelo, prompt ou cadastro manual. Manter a procedência à vista evita que o inventário pareça uniforme quando não é — e quem audita precisa saber de onde cada linha veio.
Avaliação automática: avaliadores, amostragem e políticas
Quem julga a qualidade das respostas, o que entra na amostra, e o que acontece quando uma medida cruza o limite.
Guardrails: a barreira que o agente não consegue contornar
Instrução no prompt depende de o modelo lembrar. Um guardrail roda fora do agente, em quatro pontos do turno, e o que a organização definiu o agente não afrouxa.