Consumo e custo de sandbox
O tempo de máquina é cobrado por segundo enquanto o agente está com ela de pé, e o que pesa é o tamanho escolhido — não o quanto ele efetivamente usou.
Consumo e custo da máquina do agente
Como a conta é feita
O agente trabalha numa máquina própria, e ela é cobrada por segundo enquanto está de pé. Ao ser pausada ou encerrada, a cobrança para. Processamento e memória são contabilizados separadamente.
Duas consequências que mudam decisão:
- Paga-se o que foi reservado, não o que foi usado. Uma máquina grande parada custa o mesmo que uma trabalhando — por isso pausar quando não há trabalho importa tanto.
- Escolher o tamanho é escolher a conta. Um agente que precisa de máquina grande custa mais por segundo, mesmo fazendo a mesma coisa.
O que entra na medição
O tempo em que a máquina esteve de pé, com o tamanho daquele período e a quem ele pertence — organização, agente e conversa. Período ainda em andamento entra proporcionalmente, então o número da tela não espera o fim para existir.
Quando o agente divide uma máquina entre conversas, o tempo é contado da máquina, e não de cada conversa: duas conversas abertas ao mesmo tempo na mesma máquina não cobram o mesmo segundo duas vezes.
O que dá para fazer, e onde
| O que dá para fazer | Onde |
|---|---|
| Ver o tempo de máquina consumido e o custo dele | A tela de consumo, na seção de máquinas |
| Ver o custo total, somando modelo e máquina | A mesma tela, no total do período |
| Escolher o tamanho da máquina de um agente | A configuração daquele agente |
Consumo de IA e qualidade das execuções
Quanto de modelo foi consumido no período, por agente, time e pessoa — e, ao lado, como as execuções terminaram. Volume e qualidade na mesma tela, porque um sem o outro engana.
Cotas e limites
A organização define quanto pode ser consumido — no total, por pessoa e por agente. Atingido o limite, a ação é barrada com uma mensagem clara, não com falha genérica.