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Compartilhamento de segredo e log de acesso

Uma credencial nasce pertencendo a um agente. Pode ser emprestada — a uma pessoa ou a outro agente — e todo uso fica registrado: quem usou, em qual conversa, qual campo, quando.

Atualizado em 12 de agosto de 2026

Compartilhamento de segredo e log de acesso

Camada funcional

Uma credencial nasce pertencendo a um agente. Pode ser emprestada — a uma pessoa ou a outro agente — e todo uso fica registrado: quem usou, em qual conversa, qual campo, quando.

Com quem se compartilha

Um destino por compartilhamento: uma pessoa ou um agente — nunca os dois, nunca nenhum. Não existe compartilhar com um time nem com a organização inteira: o empréstimo é sempre nominal, para alguém específico.

Dois tipos de credencial não podem ser compartilhados

Variáveis de ambiente e configuração de rede privada (VPN) não podem ser compartilhadas — e o motivo é uma proteção, não uma limitação acidental: as duas só funcionam no agente dono. Se fosse permitido compartilhar, o agente de destino veria os nomes disponíveis, mas os valores nunca chegariam — pareceria funcionar e falharia em silêncio bem na hora de usar. Para esses dois tipos, a orientação é recriar a credencial no agente de destino.

Diálogo de compartilhar uma credencial do cofre, com as abas de pessoas e de agentes e o aviso de que quem recebe pode usar sem ver a senha

O nível do compartilhamento

Um compartilhamento tem nível: usar (o padrão) ou gerenciar. Nenhum dos dois níveis permite alterar a credencial guardada nem revogar o acesso de outra pessoa ou agente — essas duas ações só existem hoje para quem administra o agente dono da credencial, com compartilhamento recebido ou sem ele.

Para um agente, isso quer dizer que o nível marcado não muda nada: em qualquer nível, o agente que recebe o compartilhamento pode pedir qualquer campo válido daquela credencial (usuário e senha, valor único, código, dados de cartão, conforme o tipo) — nunca alterar o valor guardado nem revogar o compartilhamento de ninguém, porque não existe ferramenta de agente que faça essas duas coisas, em nenhum nível.

Para uma pessoa, "gerenciar" hoje também não abre nenhuma tela ou ação que "usar" já não dê: editar a credencial, compartilhá-la com alguém ou revogar um compartilhamento são ações que só aparecem para quem administra o agente dono — receber um compartilhamento no nível "gerenciar" não destrava nada disso sozinho.

Como uma pessoa alcança uma credencial

Duas portas:

  1. Administrar o agente dono da credencial já dá acesso, sem precisar de compartilhamento.
  2. Ter recebido um compartilhamento direto — em qualquer um dos dois níveis, já que hoje "usar" e "gerenciar" dão a mesma capacidade observável (ver "O nível do compartilhamento" acima).

O que o registro de uso guarda

Uma linha por uso, com o essencial para reconstruir o que aconteceu: qual agente usou, em qual conversa, qual pessoa (quando envolvida), qual ação foi feita, qual campo foi tocado e quando.

Saber em qual conversa é o detalhe mais útil: o registro não diz apenas "o agente X usou a senha", diz em qual conversa — o que permite reconstruir o contexto de um uso que pareça estranho.

Só o mecanismo interno de uso de credenciais escreve nesse registro — não há como uma pessoa inserir uma linha falsa nele.

Revogar um compartilhamento

Revogar tem efeito imediato, sem janela de tolerância:

  • o preenchimento já feito não é desfeito — o valor já está na página, fora do alcance da plataforma;
  • a próxima tentativa de usar a credencial falha — não é preciso esperar o trabalho em andamento terminar para que a revogação valha.

Consultar o histórico

O histórico de uso mostra as últimas linhas registradas, com nome do agente e da pessoa em vez de identificadores — para ler sem esforço quem fez o quê.

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