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Comentários numa mensagem da conversa

Dentro de uma conversa, quem a enxerga pode comentar sobre uma mensagem específica — como um comentário de revisão, não como um pedido ao agente.

Atualizado em 22 de setembro de 2026

Comentários numa mensagem da conversa

Não confundir com mandar uma mensagem ao agente. Comentário é conversa entre PESSOAS sobre uma mensagem que já está na tela — o agente nunca lê, nunca gasta crédito com isso e nunca muda de rumo por causa de um comentário. É por isso que mencionar alguém aqui não vira texto do pedido ao agente, ao contrário de um @fulano digitado no campo de mensagem.

Camada funcional

Ao passar o mouse sobre uma mensagem da conversa aparece um botão "Comentar" — inclusive citando um trecho selecionado do texto antes de clicar. Um selo sob a mensagem mostra quando já há comentário ali, mesmo fora do hover: é clicável e leva direto para o comentário. Tudo isso abre a aba "Comentários" da coluna lateral do painel, ao lado de Plano, Aplicação, Artefatos e Trabalhador, com um contador de fios ainda abertos no rótulo da aba.

Dentro de um comentário dá para:

  • @Mencionar um colega escolhido de uma lista (nunca um nome digitado à mão) — quem for mencionado recebe um aviso, com push.
  • Responder — um único nível de resposta, não uma árvore inteira.
  • Resolver e reabrir — qualquer pessoa que enxerga a conversa pode, não só quem abriu o fio.
  • Editar ou excluir o próprio comentário — nunca o de outra pessoa.

Quem só acompanha uma conversa compartilhada (sem poder mandar mensagem ao agente) também comenta — mensagem gasta crédito e dirige o agente, comentário não faz nem uma coisa nem outra. Pelo mesmo motivo, quem administra a organização comenta em qualquer conversa que enxerga, inclusive privada. É diferente da presença, que esconde quem administra de propósito: ali a pessoa aparece só por estar olhando, aqui o ato é assinado e reversível, então esconder não protegeria ninguém.

Menção: um ato, não um texto

Mencionar alguém é escolher da lista, não digitar o nome. A diferença importa: o aviso só sai quando a escolha foi deliberada, e ninguém é notificado por ter escrito um nome por acaso. No campo você vê @Nome normalmente — escolher "Ana" na lista não transforma um "Anabela" que você digitou à mão na menção da Ana. E a menção sobrevive a quem trocar de nome depois: o aviso continua apontando para a pessoa certa.

Quem aparece na lista é quem enxerga aquela conversa — não a lista de pessoas da organização, que mostraria gente que nunca veria o comentário. Mencionar alguém de fora desse conjunto é recusado, dizendo quem vale: sumir em silêncio faria você achar que notificou alguém que nunca vai ver.

Resolver, reabrir, editar, excluir

  • Resolver e reabrir, qualquer pessoa que enxerga a conversa. É um estado do fio, não uma propriedade de quem escreveu — quem chega depois e vê que o assunto morreu pode fechar. Reabrir devolve o fio inteiro ao estado aberto, com a assinatura de quem resolveu saindo junto: não existe "meio resolvido".
  • Editar e excluir, só quem escreveu. Os botões aparecem para o autor, e a recusa não depende deles: quem contornasse a tela continuaria sem conseguir mexer no comentário de outra pessoa.
  • Excluir deixa o lugar. O texto some e fica o registro de que ali havia um comentário, com a data — e quem está com a conversa aberta vê a mudança na hora, em vez de continuar olhando para algo que já não existe.
  • O trecho citado não escorrega. Ele é guardado como o próprio texto citado, e não como uma posição dentro da mensagem: a mensagem ainda pode mudar de forma enquanto o agente escreve, e a citação continua apontando para o que foi citado.

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