Painéis do workspace
Várias conversas abertas lado a lado, para quem opera mais de um agente ao mesmo tempo: acompanha um trabalhando enquanto conversa com outro.
Painéis do workspace
Camada funcional
Várias conversas abertas ao mesmo tempo, lado a lado. Serve para quem opera mais de um agente em paralelo: acompanha um trabalhando enquanto conversa com outro, sem trocar de tela e sem perder o fio.
O que cada painel é
Um painel é uma conversa inteira — mesmo modelo, mesmo estado de execução, as mesmas pausas por aprovação ou por pedido de credencial. Não existe "meia conversa" no workspace: tudo o que vale numa conversa comum vale dentro do painel, inclusive a regra de uma execução por vez.
Cada painel carrega o próprio conteúdo, por conta própria. É o que mantém o custo proporcional ao que você abriu — e o que impede um painel lento de travar os outros.
A ordem dos painéis é sua: dá para arrastar e reorganizar.
Editar o agente sem sair daqui
O menu de ações do painel oferece, além de renomear e arquivar a conversa, editar o agente. Abre o mesmo diálogo da tela de agentes, por cima do workspace, e só aparece para quem tem permissão de configurar aquele agente. Ao salvar, o painel se atualiza — o cabeçalho não continua mostrando o nome ou o avatar antigos.
A lista de conversas se atualiza sozinha
Conversa criada em outra aba, por um gatilho, por delegação ou por um canal externo aparece na lista sem recarregar a página. Mensagem nova atualiza a prévia e o selo de não lida na hora.
Há um cuidado que se percebe quando falta: se você renomeia ou fixa uma conversa e um aviso atrasado chega logo depois, o que você acabou de fazer não é desfeito. O valor que está na sua tela tem precedência sobre um aviso mais velho que chega atrasado.
Quatro estados, e por que o quarto importa
Cada conversa na lista mostra em que pé está: trabalhando, esperando aprovação (âmbar), parada, e parada com um despertar agendado (violeta).
O quarto é o que mais muda decisão. Sem ele, uma conversa que vai voltar sozinha daqui a pouco parecia idêntica a uma que parou de vez — e é justamente essa diferença que diz se alguém precisa agir agora ou pode deixar quieto.
O que está acontecendo agora sempre ganha do que vai acontecer: uma conversa trabalhando e com despertar marcado aparece como trabalhando.
No celular
Em tela estreita, a lista de conversas vira uma gaveta que abre por cima, com tudo o que ela tem na tela grande — busca, filtros, agrupamento e ações. Não existe uma segunda lista, reduzida, que possa divergir da primeira.
Nessa largura fica um painel por vez: sem dividir a tela, sem arrastar. Antes disso, o workspace era literalmente inoperável no celular — a lista e o painel juntos não cabiam numa tela de aparelho comum, e não sobrava espaço para conversa nenhuma.
O voltar do aparelho devolve a lista, em vez de sair do Workspace (corrigido em 09/09/2026). No celular, abrir uma conversa é entrar num lugar — então voltar tem de sair dali, e não da tela inteira. A seta do topo e o botão do aparelho passaram a fazer a mesma coisa, que é o mínimo que se espera dos dois — fora de um caso, logo abaixo.
Uma exceção conhecida, logo depois de conectar uma integração. Ao voltar do serviço que você acabou de autorizar, a tela se arruma sozinha e, nesse ajuste, perde a marca de que você tinha uma conversa aberta por cima da lista. Nesse caso o voltar não devolve a lista: o primeiro toque não faz nada e o segundo sai do Workspace — o comportamento antigo. Para voltar à lista sem sair, use a seta do topo da conversa, que continua funcionando.
O que dá para fazer, e onde
| O que dá para fazer | Onde |
|---|---|
| Abrir várias conversas lado a lado | A tela de workspace |
| Reordenar os painéis | Arrastando o painel pelo cabeçalho |
| Ver em que pé está cada conversa, sem abrir | A lista lateral, pela cor do sinal |
| Editar o agente daquele painel | O menu de ações do painel |
Limites conhecidos
Cada painel acompanha o próprio trabalho ao vivo, então o custo cresce com quantos você deixa abertos. O número de painéis é uma questão prática — sua máquina e sua atenção —, não uma decisão estética.