API pública e conversa compartilhada
Duas portas de entrada que não passam pela tela do painel: a API pública e o link de conversa compartilhada. Aqui o recorte é o que muda quando a mensagem entra por elas.
API pública e conversa compartilhada
Duas portas de entrada que não passam pela tela do painel: a API pública e o link de conversa compartilhada. Aqui o recorte é o que muda quando a mensagem entra por elas.
Canal API
Como se diferencia do painel
| Painel | API | |
|---|---|---|
| Autenticação | sessão do usuário | chave de API da organização |
| Resposta | fluxo em tempo real na tela | fluxo de eventos entregue a quem chama |
| Capacidades | conjunto do canal web | conjunto próprio do canal programático |
A entrega de eventos para quem chama de fora recebe cuidado especial: quem consome não está num navegador com reconexão automática, então esse fluxo já nasce pensado para esse caso.
Contrato
Uma chamada inicia a execução do agente; uma chamada separada acompanha o andamento por um fluxo de eventos. Ler e continuar uma conversa já em andamento têm seus próprios pontos de entrada.
O que vale registrar aqui: a chave resolve para um par organização e usuário, e as mesmas regras de acesso da organização decidem o resto — o escopo da chave é teto, nunca concessão.
Uma chamada por chave pode representar duas coisas diferentes (22/08/2026). Nem toda chamada autenticada por chave fala em nome de alguém que está ali naquele momento. Numa chave de serviço comum, quem assina é a pessoa dona da chave — que pode estar dormindo enquanto uma rotina agendada dispara em nome dela. Numa chave nascida do vínculo entre a conta de uma pessoa e uma aplicação externa, quem assina é a pessoa que vinculou a própria conta. A plataforma trata os dois casos como canais distintos, e as ferramentas do agente só agem como pessoa no segundo: tratar a chave de serviço como pessoa faria a automação de um terceiro assinar como o dono da chave, e tratar o vínculo como automação é justamente o que o vínculo veio corrigir.
Canal share
O comportamento de produto deste link — dois níveis de visibilidade, um token que identifica o acesso na própria URL, e uma resposta genérica quando o link não existe ou expirou, para não revelar se uma conversa daquele endereço já existiu — é comum a todo compartilhamento por link, não só a este canal. Do ponto de vista de canal, o que importa é:
- É a única porta que atende quem não tem conta na organização.
- Tem conjunto próprio de capacidades — não herda o do painel. Uma pessoa sem conta interagindo com o agente não deve alcançar as mesmas ferramentas de quem é membro.
- Mensagem que entra por ali fica marcada, de modo que o histórico distinga membro autenticado de visitante com link.
O ponto comum dos canais programáticos
Os três caminhos sem sessão (API, webhook do agente, share) compartilham o mesmo desenho:
- Autenticação própria, sem cookie.
- Conjunto de capacidades definido pelo canal, não pelo agente sozinho.
- Convergência para a mesma conversa e o mesmo motor — o canal muda a porta, não o que acontece depois.
A segunda propriedade é a que mais se esquece: ligar uma capacidade no agente não a habilita em todo canal. A capacidade efetiva é a conjunção entre o que está ligado no agente e o que aquele canal permite.
Canais de entrada
Por onde uma mensagem chega ao agente. O canal muda a autenticação, o formato da entrega e a forma de responder — mas todos convergem para a mesma conversa e o mesmo motor…
Canal Telegram
Um bot do Telegram conectado ao agente: a pessoa conversa pelo aplicativo e o agente responde ali mesmo. Só quem está na lista de permitidos consegue falar.