VolundOS

Servidor remoto, conectado por endereço

O caso comum: o serviço publica um endereço, você cadastra esse endereço no agente e as ferramentas de lá passam a estar à disposição dele.

Atualizado em 24 de agosto de 2026

Servidor remoto, conectado por endereço

O formulário de conexão a um servidor hospedado: um nome para a conexão, o endereço do servidor e o botão de testar a conexão antes de conectar

Camada funcional

O caso comum: o serviço publica um endereço de MCP hospedado por ele, você cadastra esse endereço no agente, e as ferramentas de lá passam a estar à disposição dele. É a primeira opção na tela de conexão.

O que identifica esse servidor é o próprio endereço, único por agente. Ele roda no provedor, não aqui. E se autentica de três maneiras: cabeçalhos fixos que você informa, uma autorização feita numa janela do navegador, ou — quando o destino é um aplicativo publicado nesta mesma plataforma — a mesma autorização, com o agente certo já marcado para você.

Como o endereço é conferido antes de qualquer conexão

O endereço vem inteiro de você e é buscado pelo nosso servidor. É o cenário clássico em que alguém digita um endereço interno e usa a plataforma como ponte para alcançá-lo. Por isso ele passa pelo mesmo conferidor que o resto do produto usa: só endereços comuns da web, com o nome resolvido antes de sair, e recusa para tudo que aponte para dentro da própria infraestrutura.

O que essa proteção não pega, e está escrito de propósito: um endereço público que, ao ser acessado, redirecione para um endereço interno. Fechar isso exige um mecanismo de rede próprio, e está registrado como acompanhamento. A proteção existe, o buraco é conhecido e ninguém finge o contrário.

Quando o servidor pede autorização

Servidor que exige login não recebe uma senha sua: ele abre a janela de autorização dele, você aprova ali, e o VolundOS guarda o resultado. O caminho é o padrão da especificação do MCP, e vale a pena saber o que acontece porque é onde as coisas falham de forma visível:

  1. O VolundOS toca o endereço e descobre que precisa de autorização.
  2. Pergunta ao serviço quem autoriza por ele.
  3. Pergunta a esse autorizador como ele quer receber o pedido.
  4. Se apresenta como aplicativo — a maioria dos serviços aceita isso na hora. Quando não aceita, você recebe uma mensagem dizendo exatamente isso, em vez de uma falha genérica.
  5. Abre a janela de autorização para você.
  6. Recebe a resposta e guarda a autorização.

Conectar a um aplicativo da sua própria organização

Um aplicativo publicado pelos agentes da casa também oferece ferramentas por MCP. Até pouco tempo, conectar-se a um exigia saber o endereço de cor e digitá-lo à mão.

Hoje o diálogo de conexão tem uma terceira opção — "É um app da sua organização" —, que aparece primeiro quando existe algum aplicativo publicado. A lista traz todos eles, com quantas ferramentas cada um oferece e se você já tem acesso. Ao escolher, nome e endereço já vêm preenchidos e o teste de conexão dispara sozinho: o endereço nunca é montado pelo agente. O mesmo caminho existe na conversa — dá para pedir ao agente que liste os aplicativos e conecte a um deles pelo nome.

Três escolhas que valem ser explicadas:

  • A lista mostra todos os aplicativos publicados, marcando aqueles a que você já tem acesso — nunca esconde os outros. Sem acesso, a conexão até se estabelece, só que sem poder fazer nada: quem recusa é o próprio aplicativo, na hora da ação. Esconder tiraria de quem não tem acesso o caminho de pedir.
  • Aplicativo que ainda não dá para conectar continua na lista, com o motivo no lugar da descrição — ainda não publicado, versão antiga demais, endereço inválido. Sumir faz a pessoa procurar pelo nome, não achar e concluir que a tela quebrou.
  • A autorização é sempre em nome de quem conecta. A tela de consentimento abre com o agente certo já marcado, mas ela marca — não autoriza. Você continua confirmando, e o que vale é a lista exibida na tela.

Isso não é um tipo novo de conexão: o aplicativo vira um servidor remoto comum. O que a lista resolve é a origem do endereço, não o protocolo.

A ressalva continua valendo para todo o resto: quando o serviço já está no catálogo de integrações, o caminho preferido é conectá-lo por lá. Para provedores fora dele, a tela ainda pede o endereço.

O que dá para fazer, e onde

O que dá para fazerOnde
Cadastrar um servidor pelo endereçoO diálogo de conexão, na aba de servidores do agente
Escolher um aplicativo da organização em vez de digitar endereçoA primeira opção do mesmo diálogo
Testar a conexão e ver as ferramentas oferecidasO cartão do servidor, depois de cadastrado
Autorizar o acesso quando o serviço exigeA janela que abre no navegador
Fazer tudo isso pedindo ao agenteA própria conversa

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