Servidor remoto, conectado por endereço
O caso comum: o serviço publica um endereço, você cadastra esse endereço no agente e as ferramentas de lá passam a estar à disposição dele.
Servidor remoto, conectado por endereço
Camada funcional
O caso comum: o serviço publica um endereço de MCP hospedado por ele, você cadastra esse endereço no agente, e as ferramentas de lá passam a estar à disposição dele. É a primeira opção na tela de conexão.
O que identifica esse servidor é o próprio endereço, único por agente. Ele roda no provedor, não aqui. E se autentica de três maneiras: cabeçalhos fixos que você informa, uma autorização feita numa janela do navegador, ou — quando o destino é um aplicativo publicado nesta mesma plataforma — a mesma autorização, com o agente certo já marcado para você.
Como o endereço é conferido antes de qualquer conexão
O endereço vem inteiro de você e é buscado pelo nosso servidor. É o cenário clássico em que alguém digita um endereço interno e usa a plataforma como ponte para alcançá-lo. Por isso ele passa pelo mesmo conferidor que o resto do produto usa: só endereços comuns da web, com o nome resolvido antes de sair, e recusa para tudo que aponte para dentro da própria infraestrutura.
O que essa proteção não pega, e está escrito de propósito: um endereço público que, ao ser acessado, redirecione para um endereço interno. Fechar isso exige um mecanismo de rede próprio, e está registrado como acompanhamento. A proteção existe, o buraco é conhecido e ninguém finge o contrário.
Quando o servidor pede autorização
Servidor que exige login não recebe uma senha sua: ele abre a janela de autorização dele, você aprova ali, e o VolundOS guarda o resultado. O caminho é o padrão da especificação do MCP, e vale a pena saber o que acontece porque é onde as coisas falham de forma visível:
- O VolundOS toca o endereço e descobre que precisa de autorização.
- Pergunta ao serviço quem autoriza por ele.
- Pergunta a esse autorizador como ele quer receber o pedido.
- Se apresenta como aplicativo — a maioria dos serviços aceita isso na hora. Quando não aceita, você recebe uma mensagem dizendo exatamente isso, em vez de uma falha genérica.
- Abre a janela de autorização para você.
- Recebe a resposta e guarda a autorização.
Conectar a um aplicativo da sua própria organização
Um aplicativo publicado pelos agentes da casa também oferece ferramentas por MCP. Até pouco tempo, conectar-se a um exigia saber o endereço de cor e digitá-lo à mão.
Hoje o diálogo de conexão tem uma terceira opção — "É um app da sua organização" —, que aparece primeiro quando existe algum aplicativo publicado. A lista traz todos eles, com quantas ferramentas cada um oferece e se você já tem acesso. Ao escolher, nome e endereço já vêm preenchidos e o teste de conexão dispara sozinho: o endereço nunca é montado pelo agente. O mesmo caminho existe na conversa — dá para pedir ao agente que liste os aplicativos e conecte a um deles pelo nome.
Três escolhas que valem ser explicadas:
- A lista mostra todos os aplicativos publicados, marcando aqueles a que você já tem acesso — nunca esconde os outros. Sem acesso, a conexão até se estabelece, só que sem poder fazer nada: quem recusa é o próprio aplicativo, na hora da ação. Esconder tiraria de quem não tem acesso o caminho de pedir.
- Aplicativo que ainda não dá para conectar continua na lista, com o motivo no lugar da descrição — ainda não publicado, versão antiga demais, endereço inválido. Sumir faz a pessoa procurar pelo nome, não achar e concluir que a tela quebrou.
- A autorização é sempre em nome de quem conecta. A tela de consentimento abre com o agente certo já marcado, mas ela marca — não autoriza. Você continua confirmando, e o que vale é a lista exibida na tela.
Isso não é um tipo novo de conexão: o aplicativo vira um servidor remoto comum. O que a lista resolve é a origem do endereço, não o protocolo.
A ressalva continua valendo para todo o resto: quando o serviço já está no catálogo de integrações, o caminho preferido é conectá-lo por lá. Para provedores fora dele, a tela ainda pede o endereço.
O que dá para fazer, e onde
| O que dá para fazer | Onde |
|---|---|
| Cadastrar um servidor pelo endereço | O diálogo de conexão, na aba de servidores do agente |
| Escolher um aplicativo da organização em vez de digitar endereço | A primeira opção do mesmo diálogo |
| Testar a conexão e ver as ferramentas oferecidas | O cartão do servidor, depois de cadastrado |
| Autorizar o acesso quando o serviço exige | A janela que abre no navegador |
| Fazer tudo isso pedindo ao agente | A própria conversa |
Servidor por pacote, rodando junto do agente
Para a ferramenta que não tem endereço na internet: um pacote publicado num registro, executado dentro da máquina do agente durante a execução.
Skills
Procedimento reutilizável que o agente carrega quando a tarefa pede: um texto com instruções e os arquivos que ele cita. Aqui, o que dá para fazer com skills e por onde.