Configuração de aprovação e guardas por agente
Dois mecanismos distintos agem no mesmo ponto — antes da ferramenta rodar — com propósitos diferentes: aprovação pausa e pergunta; guarda nega direto.
Configuração de aprovação e guardas por agente
Dois mecanismos distintos agem no mesmo ponto — antes da ferramenta rodar — com propósitos diferentes: aprovação pausa e pergunta; guarda nega direto.
Aprovação: dois níveis de configuração
A aprovação pode ser exigida em dois níveis: para um serviço inteiro (todas as ferramentas daquele serviço) ou para uma ferramenta específica dentro dele. Cada regra define se exige aprovação, o aprovador designado (opcional) e o canal de notificação (padrão: e-mail).
Aprovação também alcança servidor MCP (20-21/08/2026)
As mesmas duas tabelas — sem tabela nova — passaram a valer para ferramenta de servidor MCP conectado pela organização, e não só para as integrações do catálogo. Antes disso a aba de aprovação existia no card de um servidor MCP, mas não tinha efeito nenhum: toda ferramenta dele era liberada sem checar nada, mesmo com a exigência ligada — pior que a aba não existir, porque afirmava um controle que não havia.
A dificuldade é que uma ferramenta de servidor MCP não tem um identificador estável do jeito que uma ferramenta de integração tem: o nome pelo qual ela chega deriva do nome que a pessoa deu à conexão — renomear o servidor mudaria esse nome. Se a política de aprovação fosse gravada assim, renomear apagaria a configuração em silêncio: a tela continuaria dizendo "exige aprovação" e a chamada passaria sem pedir nada. Por isso a política fica presa à identidade interna do servidor, que não muda quando ele é renomeado, e o nome recebido é traduzido para essa identidade no momento da decisão.
Falha ao descobrir de qual servidor a ferramenta é resulta em bloqueio, não em liberação — mesma direção fail-closed do resto do gate.
Na interface, o card de um servidor MCP tem a mesma sub-aba Aprovação de uma integração (ao lado de Ferramentas/Capacidades e Conta), e a linha fechada do card mostra um chip "Aprovação" quando alguma ferramenta dele exige decisão humana — distinto do chip que indica cobrança, para as duas condições não se confundirem visualmente.
Guardas de ferramenta: negar sem perguntar
Regras por agente que negam uma chamada com base no conteúdo dos argumentos: bloquear quando um texto específico aparece nos argumentos, ou quando eles casam com um padrão configurado. É possível definir também a mensagem devolvida ao agente quando a chamada é negada.
A direção da falha é negar. Uma regra que não dá para avaliar (padrão mal-formado, configuração estranha) nega por padrão: guarda existe para impedir, e se ela ficar ambígua, o lado seguro é impedir. É o contraste deliberado com a aprovação: aprovação falha para o lado de deixar passar; guarda falha para o lado de barrar. Faz sentido — aprovação é um pedido de confirmação humana, e travar tudo quando a confirmação fica indisponível seria pior; guarda é uma proibição, e deixar passar quando ela fica ambígua seria pior.
Qual usar
| Situação | Mecanismo |
|---|---|
| "Quero saber antes que ele mande e-mail para cliente" | aprovação por serviço ou por ferramenta |
| "Ele nunca deve tocar neste caminho / neste domínio" | guarda |
| "Quero que ele nem tenha essa ferramenta" | capacidade desligada |
Os três níveis compõem: capacidade decide se a ferramenta existe, guarda decide se a chamada passa, aprovação decide se alguém precisa confirmar.
Aprovações (humano no meio do run)
O agente para, pede autorização e só age depois que uma pessoa decide. Existe para ação de efeito duradouro ou irreversível — o ponto em que autonomia sem freio custa caro.
Fluxo de aprovação
Como um pedido nasce, o que a decisão autoriza exatamente e o que acontece depois que alguém decide.