Sistemas publicados que outros agentes conseguem usar
Um sistema publicado pelo VolundOS consumível além da tela: por API e por outros agentes, obedecendo às mesmas regras.
Sistemas publicados que outros agentes conseguem usar
Frente em desenvolvimento. Parte do que está aqui já subiu; o que falta está dito como tal.
O que a frente entrega
Que uma aplicação construída pelo VolundOS seja usável além da tela — por chamada direta e por outros agentes, dentro ou fora da plataforma — obedecendo às mesmas regras de negócio da interface.
A decisão que estrutura tudo
Não se trata de acrescentar mais uma porta de entrada. A regra de negócio passa a ter um lugar só, e a tela, a chamada direta e a ferramenta viram três portas para a mesma decisão — nenhuma com lógica própria.
Por que isso importa, com um caso da própria casa
Se fossem implementações paralelas, elas divergiriam. E essa é a mesma classe de defeito que a esteira de autenticação passou uma semana corrigindo: duas pontas de um contrato, cada uma correta sozinha, e nada olhando as duas juntas.
O que a divergência significaria na prática, num sistema de reservas: a ferramenta marcar uma sala que a tela não deixaria marcar. Não é um erro de código — é o sistema com duas opiniões sobre a mesma regra.
Esse padrão se repete nesta base: a fonte única entre a chamada de API e a ferramenta da plataforma, e a validação de modelo que precisou ser extraída porque um dos caminhos não tinha guarda nenhuma. A frente aplica ao sistema publicado o que a plataforma já aprendeu sobre si mesma.
Quem age, e sob qual identidade
O objetivo declarado inclui identidade herdada de quem usa, e não uma paralela. A ferramenta reaproveita o mesmo login que o sistema já valida na tela — sem chave por sistema, sem um cadastro de usuários novo.
O que já existe hoje
- O contrato do esqueleto já traz a camada de serviço, a rota de chamada e o registro das ferramentas.
- O ambiente entregue ao sistema é o mesmo de antes — nada novo a configurar.
- A autenticação das ferramentas reaproveita o login da tela.
O que ainda não está
Três capacidades ficam do lado da plataforma, e não do esqueleto: declarar o que o sistema oferece, inventariá-lo entre os ativos governados, e consumi-lo a partir de um agente. Um sistema que oferece API e ferramentas vira mais um ativo de IA a governar — e esse é o elo com o inventário de governança.