Onde olhar para entender o que os agentes andaram fazendo
Quatro perguntas sobre os seus agentes, respondidas em três lugares diferentes — e usar o errado leva à conclusão errada.
Onde olhar para entender o que os agentes andaram fazendo
Quatro perguntas diferentes sobre os seus agentes, respondidas em três lugares — as duas primeiras na mesma tela, em quadros diferentes. Escolher o lugar errado leva à conclusão errada, não porque o número esteja errado, mas porque ele responde outra pergunta.
| A pergunta | Onde se responde |
|---|---|
| Quanto foi gasto, e por quem | A tela de consumo, com o recorte por agente, time e pessoa |
| Quantas execuções terminaram bem, com erro ou interrompidas | A mesma tela, no quadro de execuções |
| O que aconteceu dentro de uma execução — se houve nova tentativa, se falhou por depender de algo | A classificação automática, na página do agente |
| A qualidade do que o agente entregou, e se alguma medida cruzou um limite | A avaliação e o monitoramento, na área de governança |
Dois limites que mudam como ler os números
Nenhum dos dois é defeito, mas ignorá-los produz comparação injusta:
- A classificação tem teto diário por agente. Um agente de volume alto não tem todas as execuções classificadas — o que sai dali é amostra, não censo.
- A avaliação também é amostrada, por uma taxa que você configura. Ela é consistente (a mesma execução sempre entra ou sempre fica de fora), mas não cobre tudo.
Comparar dois agentes de volumes muito diferentes, ou dois períodos com taxas diferentes, pede essa ressalva na leitura.
O que existe de alerta, e o que não existe
Alerta ativo — regra, janela, limite, e um e-mail quando cruza — existe no monitoramento de governança, e é sobre a qualidade do que os agentes produzem.
Para a saúde do sistema em si, a detecção é por observação, e não por alerta. Vale saber disso para não presumir que algo avisaria.